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Busato defende rigor em caso como da advogada flagrada em escuta

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Roberto Busato, disse nesta terça-feira que a advogada Adriana Tellini, flagrada em escutas telefônicas supostamente combinando assaltos com presos da cadeia pública de Franca (SP), pode ter tido "comportamento absolutamente marginal". "É um caso que deve ser extirpado de dentro dos quadros da OAB."Busato afirmou que o registro da advogada na entidade deve ser imediatamente cassado se ficar comprovada sua participação nos supostos crimes. "Trata-se de um comportamento lamentável e o caso deve ser prontamente extirpado dos quadros da OAB."Para presidente da Ordem, a conduta da advogada "não é o comportamento de quem está representando alguém, mas de uma pessoa que está espoliando alguém, que está agindo como marginal e, portanto, não merece nem mesmo ser tratado como uma falha no exercício profissional".

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