Cabo é inocente, diz advogado

O advogado Jefferson Badan, defensor do cabo Wagner Silva Melo, afirmou que seu cliente é inocente das acusações feitas pelo Ministério Público Estadual. "Aquele bar vinha sendo monitorado pela Corregedoria havia alguns meses e quem entrasse ali seria preso", argumenta.O criminalista também vê ilegalidades no flagrante feito pela Corregedoria da Polícia Militar. "Meu cliente foi preso às 17 horas, mas só às 2 horas da madrugada recebeu voz de prisão. Além disso, disseram que as notas de R$ 50 estavam numeradas e, no entanto, só tive acesso a isso no processo." A Corregedoria fez cópias em máquina xerox das sete notas de R$ 50 com que foi paga a propina ao cabo. A intenção era mostrar que o dinheiro apreendido correspondia ao entregue como propina. O Estado também entrou em contato com o advogado Renato Carlos Gimenez, defensor do tenente Fernandes, mas ele não retornou as ligações.

Bruno Tavares e Marcelo Godoy, O Estadao de S.Paulo

21 de maio de 2008 | 00h00

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