Fabio Motta/AE
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Cabral descarta sair do Leblon e diz que vandalismo tem estímulo internacional

Vizinhos do governador do Rio estão incomodados com protestos contra ele nas ruas do bairro e pedem que se mude para a residência oficial do governo

O Estado de S. Paulo, Marcelo Gomes

19 Julho 2013 | 14h17

O governador Sérgio Cabral (PMDB) disse nesta sexta-feira, 19, que não pretende se mudar com sua família para o Palácio Laranjeiras, residência oficial do Estado, apesar das críticas de moradores do Leblon por conta das constantes manifestações no local contra ele, algumas pedindo seu impeachment. Cabral mora num apartamento na Rua Aristides Espínola, no quarteirão com a Avenida Delfim Moreira.

"O Palácio Laranjeiras, há alguns meses, está passando por um restauro muito importante. É uma construção de 1912, que pertencia à família Guinle. A partir de década de 40 passou a ser do governo federal. E a partir de década de 70, com a fusão (dos antigos Estados do Rio e da Guanabara) passou a pertencer ao governo do Estado. A situação estava precária em algumas áreas do palácio. E portanto espero entregar à população ano que vem o palácio restaurado, que é um patrimônio público. Permaneço onde moro".

Investigações. Cabral disse ainda que a comissão criada nesta sexta entre Ministério Público e polícia vai acelerar as investigações sobre grupos de vândalos e sobre excessos de policiais. "Nesses atos de vandalismo, tem a presença de organizações internacionais. As redes da internet permitem um novo modo de comunicação entre eles que não se tinha no passado. Sabemos que há organizações internacionais estimulando o vandalismo e o quebra-quebra. Com essa comissão do Ministério Público e do governo olhando a conduta da polícia e do vandalismo, certamente esses grupos serão identificados".

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