Cabral diz que importar radares meteorológicos 'não é tarefa simples'

Aquisição de dois equipametos para previsão de chuvas no Estado foi anunciada há quase três anos, mas aparelhos ainda não começaram a operar

Felipe Werneck, O Estado de S. Paulo

13 Dezembro 2013 | 13h46

RIO - O governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) disse nesta sexta-feira, 13, que "importar radares não é uma tarefa simples", ao comentar o atraso na compra de dois radares de alta precisão para a previsão de chuvas no Estado, anunciada há quase três anos, após a enxurrada de janeiro de 2011.

Uma licitação internacional foi realizada para a compra dos equipamentos, no valor de R$ 13 milhões, e a última previsão do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) é que os radares importados dos Estados Unidos comecem a operar em março do ano que vem.

Cabral participou de reunião no Centro Integrado de Comando e Controle do Rio, com secretários estaduais, oito prefeitos da Baixada Fluminense, a região mais atingida pelas chuvas desta semana, e o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira.

Ao sair após três horas de discussões, Cabral não apresentou medidas imediatas e disse que o prefeito de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso, sugeriu a criação de uma "patrulha temporária emergencial" para atuar em casos de desastres naturais. Essa proposta está sendo avaliada pelos representantes dos governos estadual e federal. "Não temos valores ainda", disse o ministro ao comentar os pedidos de verbas para obras de emergência na região.

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