Cães e gatos terão cemitério em São Paulo

O secretário municipal da Saúde, Eduardo Jorge, quer mudar a política do poder público em relação à crescente população de cães e gatos na capital. Entre as medidas que pretende começar a adotar este ano está a de construir um "grande cemitério público" para cães e gatos na cidade de São Paulo. Técnicos da secretaria estão estudando como pôr em prática a idéia e procuram terrenos públicos que possam ser utilizados para esse fim. Atualmente, os animais mortos são recolhidos pelo Departamento de Limpeza Urbana de São Paulo (Limpurb) e jogados nos aterros sanitários da cidade.Em média, são depositados no Aterro São João, na zona leste, pelo menos 23 toneladas de carcaças de cães, gatos e cavalos. "Acredito que alguns proprietários vão interessar-se em ter seus animais enterrados ou incinerados, pagando uma taxa pelo serviço." O valor não foi definido. Outra medida que deve sair nas "próximas três semanas" é a reforma do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), em Santana. É a primeira vez que o centro, inaugurado em 1973, passará por manutenção. "O local já foi um centro de excelência na América Latina, mas há pelo menos uma década está sem condições adequadas de funcionamento", diz Eduardo Jorge.Os planos do secretário incluem a construção de mais três CCZs até o início de 2002.

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