Câmeras controlam acesso ao sambódromo no Rio

Os acessos ao Sambódromo são controlados por 28 câmeras, que produzem imagens monitoradas numa sala por uma empresa terceirizada. O objetivo é fiscalizar de perto o trabalho dos agentes da empresa MJC, que verifica crachás e convites que dão direito a um lugar na passarela."Temos de evitar as famosas `carteiradas´", explica o tenente-coronel da reserva Marcos Contreiras, coordenador de relações públicas da empresa, que faz o trabalho já há onze anos. Ele, que é acionado pelo rádio quando algum de seus subordinados tem problemas nos acessos, garante que os espertinhos estão cada vez em minoria.Na segunda, por exemplo, ele não foi chamado uma vez sequer. "No início, era muito pior, muita gente tentava entrar. Agora, estão entendendo que não adianta nem tentar", diz. As câmeras têm um zoom poderoso que permite que o monitoramento seja bem próximo. As imagens são cedidas para os órgãos de segurança em caso de necessidade.A dificuldade de entrar de penetra no Sambódromo faz com que as credenciais que dão acesso à passarela sejam objeto de cobiça entre as muitas pessoas que ficam de fora. Um passe da imprensa, por exemplo, que dá direito a circular pela concentração, dispersão e áreas internas, é disputadíssimo.Os seguranças alertam os jornalistas para que cuidem bem dos seus documentos, uma vez que já houve casos de profissionais atacados por conta das credenciais. As camisetas da imprensa, que permitem o trânsito livre na pista, são ainda mais desejadas. Por isso, alertam os seguranças, todo cuidado é pouco.

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