Caminhoneiro pode responder pelo atropelamento de galinhas no RS

Promotora presenciou acidente e acredita que tenha sido proposital; homem diz que não teve como desviar

Elder Ogliari, Agência Estado

21 Outubro 2010 | 14h17

PORTO ALEGRE - O caminhoneiro Alexandre do Prado terá de se explicar à Justiça pelo atropelamento de duas galinhas. O acidente ocorreu na sexta-feira, 15, na rodovia RST-480, entre Erechim e São Valentim, no norte do Rio Grande do Sul, e foi testemunhado pela promotora Karina Denicol, que levou o caso à polícia e vai passá-lo a algum colega para oferecimento de transação penal.

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O motorista alega que as aves correram repentinamente do acostamento para dentro da pista. Também explica que, diante das circunstâncias, reduziu a velocidade, mas não jogou o caminhão para o lado porque poderia tombá-lo. A promotora entende que o atropelamento foi proposital.

 

Prado assinou um termo circunstanciado na delegacia e poderá se livrar do processo se, em audiência marcada para novembro, aceitar a transação penal. Nesse caso é possível que tenha de fazer uma doação a alguma entidade assistencial ou prestar algum trabalho comunitário.

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