Campanha nas redes defende que 'índio não é fantasia'

Ativista contesta uso de vestimentas étnicas por foliões no carnaval

O Estado de S. Paulo

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Artista pede reflexão sobre o uso da fantasia no carnaval Foto: Katú Mirim|Arquivo Pessoal

SÃO PAULO - Cocar, pinturas e roupas com penas. A campanha 'índio não é fantasia' questiona e pede uma reflexão dos foliões sobre o uso das vestimentas durante o carnaval. 

A ativista e artista Katú Mirim publicou um vídeo nas redes sociais explicando que o uso desses trajes é considerado racista e ofensivo por se apropriar da cultura dos povos indígenas.

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"Usar fantasia de índio é racismo porque discrimina nossa raça, reforça estereótipos, a hipersexualização da mulher indígena. O movimento indígena sempre sofreu com a invisibilização. Nós não somos uma fantasia. Pessoas não são fantasia, nossa cultura não é fantasia. Ela existe, nós existimos", diz. 

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O vídeo já foi visualizado dois milhões de vezes. Nas redes sociais, a artista vem recebendo apoio, mas também tem sido atacada pela campanha. "Algumas pessoas estão refletindo, mas 98% dos comentários são racistas", diz. 

 

 

 

 

 

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