Campanha tucana mobiliza parlamentares para responder a ataques do PT

O candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou os ministros do governo Lula que estão fazendo campanha e espalhando boatos. Para responder a essa ofensiva dos ministros, a campanha tucana está montando uma estrutura com parlamentares para responder aos ataques. "É inadmissível o que está acontecendo. Um conjunto de ministros que só faz campanha, não faz outra coisa a não ser falar mal do adversário, plantar boatos. Isso é um péssimo exemplo para a política brasileira."Este conjunto de parlamentares de vários partidos, segundo Alckmin, estará de plantão para combater "essa boataria toda e repor a verdade". Alckmin está confiante no crescimento da sua candidatura no segundo turno, inclusive no Nordeste, região em que Lula teve a maior vantagem sobre o tucano. Ética e eficiência de gestãoNa sua avaliação, a campanha agora permite comparar, identificar melhor as diferenças entre os dois candidatos. Ele apontou duas diferenças básicas entre eles: do ponto de vista ético e de eficiência de gestão. "Acho que não pode haver tolerância e nenhum tipo de desvio. Temos que ser firmes nesta questão ética. No debate na TV Bandeirantes, Lula disse ter sido uma grosseria o que foi feito com o caseiro Fracenildo Costa. Crime agora virou grosseria. Olha o nível de tolerância", afirmou ele referindo-se ao caseiro que confirmou o envolvimento do ex-ministro Antonio Palocci no esquema de Ribeirão Preto e que teve o seu sigilo bancário quebrado em menos de 48 horas. Ao criticar a ineficiência administrativa do atual governo, Alckmin afirmou que os serviços públicos "podem melhorar muito". "A minha agenda será a do crescimento. Um conjunto de política macro e micro econômica. Lula perdeu a oportunidade. Mesmo com céu de brigadeiro, o País não cresceu."

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