Candidata defende atuação política de igrejas e religiosos

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, defendeu ontem a atuação política de igrejas e movimentos religiosos no País.

, O Estado de S.Paulo

02 de setembro de 2010 | 00h00

Durante a sabatina no auditório do Grupo Estado, Marina lembrou de sua militância nas Comunidades Eclesiais de Base, ligadas à Igreja Católica, e a relacionou à decisão de participar da fundação do PT no Acre, seu Estado de origem.

A candidata também disse que, se a Igreja Católica não tivesse se mobilizado politicamente no Acre, "o Estado estaria nas mãos do Hildebrando Pascoal" - referência ao ex-deputado e ex-comandante da Polícia Militar condenado por assassinato, que era acusado de esquartejar suas vítimas com o uso de uma motossera.

A ex-ministra do Meio Ambiente criticou, porém, as igrejas que indicam aos fiéis os políticos em quem devem votar. "Minha atitude sempre foi a de que a igreja não deveria fazer essa manifestação", afirmou. Ela criticou ainda os religiosos que promovem a "satanização" de determinados políticos, com o objetivo de favorecer outros candidatos. "Sempre combati e combato essas atitudes, As pessoas devem votar com base nas propostas."

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