Canseira com a Telefônica

Gostaria de fazer uma reclamação contra a Telefônica em nome de minha cliente Ana Maria Aparecida de Crescenzo Muniz em caráter urgentíssimo. O atendimento ao cliente é péssimo. Em 10/10 minha cliente requisitou a transferência de sua linha para seu novo endereço na Rua Dom Duarte Leopoldo, n.º 166, e a Telefônica deu prazo de 72 horas para solucionar o problema, com a promessa de que o número permaneceria o mesmo, podendo a linha ser transferida sem precisar cancelá-la e assinar uma nova. Entretanto, nada foi feito. Em 18/10, houve outro pedido e novo protocolo teve de ser feito, com novo prazo de 72 horas para transferência da linha, mas novamente não cumpriram com o acordado. No dia 23/10, novo protocolo teve de ser feito e nada. No dia seguinte, outro e, nesse dia, funcionários deram um prazo de 24 horas para a ligação da linha, mesmo se o serviço fosse feito no sábado ou no domingo, mas claro, outra promessa que não foi não cumprida. Minha cliente, porém, se encontra numa situação difícil, pois trabalha com eventos e está há semanas sem telefone. E não é todo mundo que liga para celular! Quem irá ressarci-la de todo esse prejuízo? Com certeza ingressaremos com ação contra Telefônica, porém peço a gentileza deste conceituado jornal para que interfira ante a empresa, uma vez que ela trata seus assinantes com total desrespeito, desprezo e falta de interesse!MARIA IRENE MENASSESão PauloA Coluna entrou em contato com a Telefônica, mas a empresa não se manifestou. Obras na madrugadaSerá que as obras do Metrô na Rua da Consolação não podem parar às 22 horas, para que nós, moradores de nosso amado bairro, possamos descansar um pouquinho? É uma falta de respeito ao cidadão. Será possível, depois de uma noite sem dormir, trabalhar ou estudar com disposição no dia seguinte? Convido os responsáveis pela obra a virem se hospedar nos arredores e ter uma noite "tranqüila" de sono, como estamos tendo ultimamente.GINA SZAJNBOK HARARISão PauloA Coluna entrou em contato com o Psiu, que não se manifestou.Serviços sem qualidadeApóio totalmente os comentários feitos pelos srs. Antonio Petrin (Serviço malfeito, 31/10) e Maurício Sanger (Mau uso de dinheiro público, 5/11) sobre os serviços de recapeamento feitos pela Prefeitura e os "remendos" de buracos realizados por concessionárias, logo em seguida. É inacreditável como os serviços executados são de péssima qualidade, sem nenhuma técnica de engenharia. Após esperarmos por anos que as ruas sejam recapeadas, o que vemos é que em poucos dias ou meses as concessionárias abrem inúmeros buracos (especialmente a Comgás), sem o menor compromisso em consertá-los de maneira adequada. Elas simplesmente jogam o asfalto por cima do buraco. Já escrevi em outra ocasião a respeito e as respostas dadas pela Prefeitura são frases sem nenhum conteúdo, dizendo que, muitas vezes, os serviços realizados pelas concessionárias são emergenciais. Ora, não estou questionando se são emergenciais ou não, o que questiono é a qualidade dos serviços, sem nenhuma fiscalização técnica. Se não sabem fazer, procurem exemplos em outros países, onde o asfalto é sempre bem melhor que o nosso. Não acho que seja difícil a Prefeitura cobrar a realização de bons serviços, pois está pagando para terceiros e, provavelmente, muito bem.JOÃO ROBERTO SALAZARSão PauloTerra de ninguémEscrevo para ajudar a uma amiga, que não quer se identificar com medo de sofrer represália, pois mora sozinha. Um local no número 5.046 na Avenida Santo Amaro foi invadido. Ele está cheio de lixo e há uma placa de venda de ferro-velho na porta. Suspeita-se que haja venda de drogas. Além disso, alguns caminhões-caçamba, quando retiram materiais do tal ferro-velho, espalham o lixo na avenida e em ruas próximas, impedindo a passagem de pedestres. Falei com uma funcionária da Defesa Civil, que ficou de enviar um engenheiro para vistoriar o local. Em 18/9 liguei novamente, porque nada foi feito, e falei com a secretária do subprefeito, que disse ter conversado com a supervisora do tal engenheiro e que ele já sabia do caso. Forneceu-me o e-mail do subprefeito e ficou de resolver o problema. Mas tudo continua na mesma.LUIZ FELIPE OLIVEIRASão PauloA Coluna encaminhou a reclamação do sr. Oliveira à Subprefeitura de Santo Amaro, que não se Manifestou.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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