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Rio Branco, no Acre, vive clima de terror com série de ataques

Ordem de incêndio a 6 ônibus, 1 caminhonete e 1 carro partiu de dentro de presídio e é retaliação à morte de 2 assaltantes

Itaan Arruda, Especial para o Estado

06 Outubro 2015 | 15h47

RIO BRANCO - A cidade de Rio Branco amanheceu nesta terça-feira, 6, sob um clima de terror. Em retaliação à morte de dois assaltantes, três grupos criminosos com atuação nos presídios da capital do Acre ordenaram uma série de incêndios.

A ordem das três facções criminosas partiu de dentro do Presídio Francisco de Oliveira Conde. Um dos grupos criminosos tem capilaridade em todo o País.

Seis ônibus, uma caminhonete e um carro foram queimados em locais e horários que evidenciam sincronismo e organização. Em resposta à ação do crime organizado no Acre, o governo federal deve enviar 100 homens da Força Nacional para reforçar as ações policiais no Estado.

As ações das facções criminosas tiveram como justificativa a morte de dois assaltantes na tarde desta segunda-feira, 5: um sargento da Polícia Militar do Acre reagiu a um assalto em uma clínica médica. Dois dos quatro assaltantes morreram.

O Conselho de Segurança do Governo do Acre esteve reunido durante boa parte da manhã desta terça-feira para definir estratégias de reação aos incêndios em série.

Outro problema analisado pelos gestores diz respeito às ameaças que esses grupos criminosos organizados estão fazendo a policiais e delegados. 

Não há referência na crônica policial da capital acreana de um cenário semelhante. Uma entrevista coletiva foi marcada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública para a tarde desta terça-feira. Na ocasião, os gestores explicam as medidas de reação aos incêndios em série. 

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