Luiz Silveira/Agência CNJ
Luiz Silveira/Agência CNJ

Cármen quer estender banco de monitoramento de prisões para todos os Estados até abril de 2018

Plataforma desenvolvida pelo CNJ já foi implantada em Roraima e deverá chegar nos Estados de São Paulo e Santa Catarina a partir do dia 6

Rafael Moraes Moura, O Estado de S.Paulo

20 Novembro 2017 | 20h47

Brasília – A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, disse nesta segunda-feira que até abril de 2018 o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP 2.0) deverá ser estendido a todos os Estados brasileiros.

A plataforma desenvolvida pelo CNJ, que reúne informações processuais sobre presos custodiados pelo Estado, já foi implantada em Roraima e deverá chegar nos Estados de São Paulo e Santa Catarina a partir de 6 de dezembro.

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“O cadastro de presos no Brasil deverá facilitar não apenas a atuação do juiz, mas deverá garantir direitos dos presos e também das famílias das vítimas, que saberão em que condições estão os processos, onde estão essas pessoas que foram condenadas ou processadas e quais os fatos subsequentes”, disse Cármen, na abertura do XI Encontro Nacional do Poder Judiciário.

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Nesta terça-feira (21), a ministra destacou que começam a funcionar os primeiros os Núcleos de Apoio Técnico do Poder Judiciário (NAT-Jus), vinculados aos Tribunais de Justiça (TJs), que ajudarão magistrados de todo o País na tomada de decisões na área de saúde. Os núcleos são fruto de uma parceria entre o CNJ e o Hospital Sírio Libanês. 

“O apoio permitirá solucionar demandas de maneira mais rápida e especialmente com melhor conhecimento da situação”, frisou Cármen.

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