Carnaval inesquecível

A. C. Mariz de OliveiraCriminalista"Na década de 60, os carnavais do Clube Internacional de Santos eram os melhores. Eu bebia vermelhinho, uma mistura de gim com groselha, e cheirava lança-perfume, que não era proibido na época. Divertidíssimo. No salão só tinha gente conhecida e bonita. Dançava-se em rodas grandes ao som de músicas antigas como as marchinhas. Numa noite, deixei minha noiva em casa, hoje minha mulher, dizendo que iria dormir, mas fui para o baile. E, quando estava lá com outra garota no salão, fui flagrado por uma amiga em comum, que estudava Direito com a gente na PUC. No dia seguinte, disse que era uma prima. Ela não acreditou e foi conferir com minha tia, que não sabia de nada e me entregou. Quase perdi a noiva."

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