Cartas

Carta 19.399Uma ajuda apreciada O ?teste São Tomé? é que efetivamente comprova a falta de sensibilidade ou experiência dos engenheiros que comandam as obras de calçamento da Avenida Paulista. Hoje (carta de 19/12), dia de intensa chuva na região, vemos poças d?água nas obras já finalizadas. E elas poderiam ser facilmente eliminadas se se fizesse um pequeno declive para a rua, facilitando o escoamento. Os usuários do metrô que freqüentam a Estação Brigadeiro podem comprovar o que digo nesta reclamação, pois todos que saíram para a rua ao lado do Edifício Kyoei se depararam com uma grande poça d?água e foram obrigados a pisar nela para continuar a caminhada.SEIJI FUJIICapitalA Prefeitura responde:"As placas de concreto utilizadas no novo piso da Avenida Paulista têm, entre outras características, a propriedade de permitir um melhor escoamento das águas pluviais. Para conforto e segurança dos pedestres, as inclinações do calçamento têm declives de aproximadamente 2%. Nessas condições, a obra requer uma precisão rigorosa para que não ocorram problemas de nivelamento. Depressões como essas apontadas pelo sr. Seiji, por mínimas que sejam, não são toleradas. Engenheiros e arquitetos da Sub Sé acompanham de perto o andamento da reforma e, durante a supervisão dos trabalhos, quando encontram alguma imperfeição, acionam a empreiteira para que as correções sejam imediatamente feitas. Já os avisei sobre esta observação e agradeço a ajuda do leitor."ANDREA MATARAZZOSecretário das Subprefeituras Carta 19.400Para anotar e ajudarRecentemente, ao ir para a USP, na Rua Afrânio Peixoto, 373, a 400 m da entrada principal do campus, vi um idoso dormindo no ponto de ônibus que fica em frente à delegacia, do outro lado da rua. Até então ninguém havia feito nada por ele, incluindo a polícia. O que fazer? Lembrei-me de ter no celular o telefone da entidade que atende esses casos (Central de Atendimento Permanente e emergências/São Paulo Protege). Telefonei, fui bem atendida e passei os dados que pediram. Para minha surpresa, três horas depois eles ligaram, informando que o homem fora recolhido e atendido em um albergue. O atendente pediu-me que eu divulgue o telefone da Cape, incentivando as pessoas a fazerem o mesmo. Anotem os números: (011) 3228-5554/5668 ou 3397-8850. O e-mail é cape@prefeitura.sp.gov.br.VERA GUIMARÃES SCARPA CapitalCarta 19.401Gato preso na janelaA situação do gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento do prédio de Higienópolis onde sou subsíndico (foto de Filipe Araújo, site do Estadão do dia 1.º) chegou ao meu conhecimento apenas por volta das 14 horas de hoje, 1.º, e tomei providências imediatamente. Antes de entrar no apartamento (na ausência do morador e sem sua autorização), eu teria de tomar alguns cuidados, dificultados por ser o primeiro dia do ano. Tentei, sem êxito, contatar a dona do imóvel e a locatária, como também as pessoas responsáveis pelo gato. Chamamos os bombeiros e a PM, a quem, na impossibilidade de prestar socorro, consultamos sobre o procedimento a adotar. Chamei a síndica (que estava viajando) e analisamos alternativas de resgate e as implicações jurídicas de não socorrer o animal e de abrir a casa sem 16 hs, chamamos um chaveiro e,ordem. Finalmente, por volta das diante de 5 testemunhas, o gato foi resgatado, avaliado por um veterinário, alimentado e hidratado.MARCELO REDEVice-síndico do Edifício PaquitaCarta 19.402Cadeiras novas Há alguns meses, reclamei das cadeiras do térreo da Biblioteca Paulo Setúbal, na Vila Formosa, que estavam em péssimo estado e eram desconfortáveis. Com satisfação, no último mês (carta de 28/12/07), vi que as antigas cadeiras foram trocadas por móveis novos e dignos para todos os usuários. Sinal de que algo ainda funciona na Prefeitura e na Secretaria Municipal de Cultura!DENÍLSON PEROZZO Vila DivaCarta 19.403ParabénsTomei conhecimento da carta Chiclete no museu não pode, de 31/12, e quero dar os parabéns ao superintendente do Museu da Língua Portuguesa, Antônio Carlos Sartini, que não permite o acesso ao museu de pessoas portando bebida, comida, mochilas, sacolas ou mascando goma.SÉRGIO ANTÔNIO RIBAS - Capital

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