Cartas

Carta 19.569Feira livre no Bom RetiroMoro no Bom Retiro, onde todas as 5.ªs feiras é montada uma feira. Além do barulho desde as 3 hs da manhã, eles deixam os carros nas calçadas, impedindo a passagem de pedestres. Ao longo do dia a rua fica imunda, com restos de peixe, frutas e verduras pelo chão. Alguns feirantes usam a calçada para urinar e depois manipulam alimentos. O trânsito só é liberado às 15h30. Pagamos IPTU mas temos o direito de ir-e-vir violado. Já reclamamos na subprefeitura, sem resultado. No bairro há vários terrenos da Prefeitura que poderiam ser usados para esse fim.FRANCICO JOSÉBom RetiroA Sub Sé responde:"A fiscalização da Sub Sé vistoria periodicamente as feiras da região. Mesmo não havendo regras para o horário de chegada dos caminhões, a descarga só é permitida entre 6 e 7h30. As barracas que trabalham com pescado e frango estacionam os caminhões dentro da feira, pois eles fazem parte do equipamento necessário para a conservação dos alimentos. Tradicionalmente, os feirantes têm permissão dos comerciantes locais para usar seus banheiros, e essa é a prática em todas as feiras, inclusive nesta, na Rua Antônio Coruja, há mais de 40 anos. Logo após o encerramento das feiras, a subprefeitura varre e lava o local. A atual administração criou, em 2007, decreto normatizando o funcionamento das feiras, deixando clara a obrigatoriedade do feirante manter distância mínima de 60cm dos imóveis para passagem. Infratores são autuados. Em atenção à carta, pedi maior atenção nas vistorias."Carta 19.570Reformas na PaulistaTrabalho há anos na Av. Paulista, próximo à Frei Caneca, utilizo diariamente transporte público, e venho notando um aumento gradual no tempo das viagens por causa dos congestionamentos. É comum ouvir passageiros reclamando do tempo que passam dentro do ônibus para percorrer o trecho que vai da Estação Paraíso à Consolação, que antes era de 30 minutos. Não questiono os critérios de conveniência e oportunidade da atual administração ao trocar o piso das calçadas da Paulista, mas não aprovo o transtorno causado a pedestres e motoristas. Por que não fazer a obra só em janeiro e julho? As interdições e obstruções simultâneas de vários trechos foram a melhor solução? Houve redirecionamento das linhas de ônibus municipais e fretados? E quais as medidas tomadas para amenizar os transtornos diários até o desejável término das obras?ANDERSON MOREIRA LUGÃOBarra FundaA Sub Sé responde:"A reforma da Paulista é uma ação grandiosa; a via tem 2,7 km de extensão e recebe 1,7 milhão de pessoas/dia, além da circulação diária de 90 mil veículos. A reforma da calçada tem de ser feita de modo que as pessoas possam continuar caminhando com segurança, evitando que utilizem o meio da rua, e, ao mesmo tempo, sem interditar trechos da avenida com transtornos para os motoristas. A melhor solução foi interditar apenas uma faixa em cada sentido, pois a confusão seria muito maior se bloqueássemos todos os trechos que passam por intervenções. Uma obra grande como essa, que vai trocar 55 mil m² de calçada, infelizmente não pode ser feita apenas nos meses sugeridos (janeiro e julho), já que tem uma duração de 11 meses. No entanto, por recomendação da CET, estamos levando em conta as épocas mais tranqüilas para intervenções em determinados trechos, a fim de minimizar os transtornos. Em janeiro, por exemplo, com o término do primeiro trecho, entre a Praça Oswaldo Cruz e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio (sentido Paraíso-Consolação), ao invés de seguir o curso da avenida as intervenções deslocaram-se para um ponto de maior movimentação, entre a Consolação e a Alameda Ministro Rocha Azevedo (sentido Consolação-Paraíso). É obvio que uma obra com essas dimensões sempre vai causar transtornos, mas posso garantir que estamos fazendo de tudo para que o impacto na rotina das pessoas seja o menor possível, já que estamos realizando uma obra que ao final irá beneficiar a todos. As orientações aos motoristas ficam por conta do ótimo projeto de sinalização montado pela CET, que contempla placas indicativas sobre as obras e os desvios, que foram espalhadas em uma área expandida na região. Também é bom lembrar que estamos municiando toda a imprensa com informações sobre as interdições, com bastante antecedência, a fim de que os veículos de comunicação possam prevenir os motoristas para que evitem a área."ANDREA MATARAZZOSecretário das Subprefeituras

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