Cartas

Carta 19.719Hospital excede no barulho Desde que o Fleury Daily Hospital, Rua Mato Grosso, 306, iniciou as atividades há alguns meses (carta do dia 9/5), ouvimos um ruído contínuo causado pelas máquinas de ar-condicionado e pelas torres de resfriamento do ar. Agora ele está mais forte e intenso, provocando sérios transtornos a todos os moradores do nosso condomínio (Rua Pará, 81). Creio que os moradores dos prédios no quadrilátero das Ruas Mato Grosso e Pará também são incomodados pelo barulho. O síndico do nosso prédio notificou os responsáveis do edifício barulhento, sem resposta. Já não dormimos direito, com as conseqüentes dores de cabeça e estresse. Tomei a iniciativa de contratar uma empresa de engenharia de segurança para aferição e comprovação do nível do ruído; a empresa fez medição no dia 8/5, à noite, após as 22 horas, em várias unidades do prédio onde moramos: do meu apartamento, o ruído ultrapassava 82 decibéis - quando o máximo permitido, em áreas residenciais, é de no máximo 45 decibéis.JOSE A. LORENTEHigienópolisA Prefeitura responde:"O Psiu já está ciente da queixa contra o Fleury Daily Hospital. Como esta é a primeira denúncia contra o hospital, o órgão vai enviar um comunicado informando o proprietário sobre a reclamação e orientando-o sobre as leis de silêncio urbano. Caso ocorra mais uma denúncia, o Psiu fará uma vistoria no local. De acordo com a Sub Sé, o prédio está regular, com alvará e Habite-se."ANDREA MATARAZZOSecretário das SubprefeiturasCarta 19.720Eventos barulhentosMoro em Santos, na Rua Vergueiro Steidel, no bairro Aparecida. A prefeitura autoriza eventos na praça localizada perto de onde eu moro, e muitos são à noite, perturbando nosso sono. ORLANDO MARTORISantos/SPPrefeitura de Santos responde:"O munícipe enviou a queixa também à Ouvidoria, e o representante do órgão esteve, por dois finais de semana consecutivos, no local indicado, mas não flagrou nenhum evento na praça. A fiscalização do município atua para coibir eventos e o funcionamento de casas comerciais sem prévia autorização legal, para garantir a segurança e tranqüilidade da população. Além da Ouvidoria, denúncias ref. a barulho podem também ser feitas à Secr. de Meio Ambiente, setor denúncia ambiental, tel. (013) 3226-8080 (de 2.ª a 6.ª feira, das 8 às 18 hs) ou (013) 3219-2305, das 18 às 8 hs). Já a Ouvidoria atende os munícipe pelo 0800-112056 e (013) 3201-5044; fax (013) 3201-5970, ou pelo e-mail ouvidoria @santos.sp.gov.br."RICARDO JOSÉ SCHMIDT FELIPPEOuvidor Público Municipal Depois de quatro anos sofrendo com o barulho de um forró, esta semana (carta de 9/5) descobri de onde vinha o som infernal: do Centro de Tradições Nordestinas. Eu rodava de carro de madrugada tentando achar o lugar, mas nunca fui longe o suficiente. Fiquei indignado com o Psiu, que não serve para nada. A Prefeitura deu 60 dias para o lugar regularizar a situação depois de quatro anos atrapalhando o sono da zona oeste, pois o barulho é ouvido até no Alto da Lapa. Como regularizar um local que funciona numa tenda de circo? Interditem o lugar!EDGARD DE SOUZAVila RomanaA Prefeitura responde:"Não é verdade que o Psiu ?não serve para nada?. De 2005 até abril deste ano, o órgão fez mais de 75 mil vistorias. Infelizmente não é possível fazer a vistoria na hora da denúncia, já que é preciso uma programação, pois muitas vezes os agentes do Psiu precisam de apoio da PM ou da Guarda Civil Metropolitana. A Sub Casa Verde informa que o Centro de Tradições Nordestinas está instalado em área invadida, e, por conta disso, há processo no Dep. Patrimonial da Prefeitura desde agosto. Quanto ao barulho, o Psiu já esteve no local diversas vezes, e a multa mais recente foi aplicada em março. De acordo com a lei, o prazo para a regularização é de 60 dias. Infelizmente, por mais que um local cause transtornos, o Psiu ou a subprefeitura não podem simplesmente fechá-lo, pois existe uma legislação a ser cumprida. Os agentes vistores do Psiu irão até o Centro de Tradições Nordestinas nos próximos dias (resposta de 21/5) e, caso o local ainda não tenha se regularizado, receberá multa acrescida de um terço do último valor aplicado. Na seqüência, uma nova vistoria é feita em dois meses - e, caso o local ainda não tenha se regularizado, será interditado."ANDREA MATARAZZOSecretário das Subprefeituras

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.