Cartas

Carta 19.782Duas questões de trânsitoGostaria de perguntar ao setor de Planejamento da SPTrans se foi feito algum estudo de impacto e viabilidade técnica para o desvio de uma linha de ônibus, a Vila Leopoldina, para passar por dentro de Higienópolis, em especial pela Rua Alagoas. Essa rua faz a ligação da Bela Vista e da Consolação (continuação de Antônia de Queiróz) com o Pacaembu e Perdizes, tem uma alta concentração de veículos nas cercanias das universidades Mackenzie e FAAP, e esse trecho de itinerário está completamente esburacado, além de permitir estacionamento nos dois lados. Vindo da Rua Sabará, reparei na impossibilidade de o ônibus entrar na Rua Alagoas, pois não há ângulo suficiente para a manobra. Enfim, peço a urgente reavaliação da medida, agradecendo em nome da rua e do bairro. Obrigado desde já.TEODORO EGGERS NETOHigienópolisHá vários pedidos (indeferidos) de mudança de mão da Rua Carlos Weber(V. Leopoldina) e melhora da sinalização e fiscalização. Os condomínios novos na rua aumentaram a circulação de carros. As crianças da Escola SESI correm riscos, porque não há guarda de trânsito nem semáforo, só um obstáculo e uma faixa de pedestre. Uma quadra acima há uma escola particular: mudaram a mão da rua no trecho e há placas proibindo parar em fila dupla, além de sinal para travessia. Por que a diferença?LUÍS FERNANDO MARQUEZANI Vila LeopoldinaCarta recebida em 28/4 e enviada à CET. O leitor informa que a CET encaminhou formulário aos moradores da rua indagando se querem mudar a mão e para qual sentido.Carta 19.783Sempre de menos...As máquinas dos ônibus para passar o bilhete único parecem estar desreguladas: quando tenho crédito no cartão e fico alguns dias sem usá-lo, ao passá-lo na máquina o valor é sempre menor do que acusava antes. No dia 17/4 havia uma sobra de R$ 2,80, mas quando fui usá-lo, no dia 24, a catraca acusou apenas R$ 1,95, saldo insuficiente para pagar o bilhete. Isso já ocorreu outras vezes. Não sei se há uma taxa implícita no ato de deixar o cartão por alguns dias inativo. Se há, a SPTrans deveria nos avisar. ALFONSO VIVAISumarezinhoA SPTrans responde: "Não há cobrança de taxa se o cartão não é usado. No caso do Bilhete Único Escolar, esse modelo de cartão tem duas ?carteiras?, uma com desconto (escolar) e outra sem desconto (comum). Ocorre que o leitor tem créditos nas duas modalidades: R$ 0,85 na escolar e R$ 1,95 na comum, total R$ 2,80, mas que não podem ser usadas porque em nenhuma delas há o valor integral de uma tarifa. As carteiras são independentes porque numa delas o crédito é um benefício, com desconto de 50% no valor da tarifa vigente. É por isso que o estudante, quando da compra, deve confirmar que deseja adquirir créditos escolares, para não perder o desconto. O leitor, cadastrado no sistema do Bilhete Único Escolar desde 20/12/07, fez seis cargas de créditos escolares em dez/2007, sendo que a última delas ocorreu em 28/12. Para usufruir o benefício da meia passagem, basta que ele se dirija a um posto para recarregar seu cartão com créditos escolares. A relação de postos está no site www.sptrans.com.br."A SPTrans cancelou o Bilhete Único Especial que já tenho desde 1999, e que recebo pela Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), por estar incapacitada para qualquer trabalho.ELIANE FÁTIMA LEMOSSanto André/SPA SPTrans responde: "A leitora pediu a renovação do cartão apresentando a documentação em 23/4. No laudo consta a classificação internacional de doenças (CID) F06, que significa ?outros transtornos mentais devidos a lesão e disfunção cerebral e doença física?. D. Eliane passou por duas perícias na SPTrans, mas não foram constatadas as exigências da Portaria Intersecretarial SMT/SMS 003/06, neste caso específico: ?Importante comprometimento cognitivo e da independência?. Quando as perícias médicas foram feitas, fizeram-se várias perguntas à leitora, para verificar se ela tinha os comprometimentos de acordo com a legislação - e eles não foram constatados. Em nenhum momento a SPTrans alegou à cidadã que o benefício foi negado por não apresentar deficiência, pois não se contestou a CID apresentada. A SPTrans atende às exigências da legislação para a concessão do benefício, e, quando uma pessoa comparece para perícia, é avaliada para a comprovação das ressalvas da portaria que rege a concessão do benefício, o que não ocorreu."

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