Cartas

Descaso na saúde No dia 16/9 fui à Assistência Médica Ambulatorial (AMA) no Jardim Paulo IV, na Raposo Tavares, com minha filha de 1 ano e 6 meses, com diarréia e vômito. Depois de esperar por duas horas, o plantonista negou-se a atendê-la, por eu ter ido no dia anterior a outro posto no bairro do Peri Peri. A justificativa foi que seria quebra de ética médica suspender ou mudar a medicação ministrada. Sem examinar minha filha ele disse que eu deveria me locomover ao posto do dia anterior, pois ele nada podia fazer. Entrei em contato com o posto, conversei com a assistente social, que me informou que o médico não poderia ter se recusado a atender minha filha e que, se isso continuasse a ocorrer, que eu fosse até lá. Foi o que fiz! Como pode um médico se negar a atender uma criança doente? E se esse posto fosse em outra cidade? E se minha filha estivesse com algo mais sério? Morreria ali mesmo, com enfermeiros, médicos e gerentes observando tudo sem tomar nenhuma atitude. PATRÍCIA MAMMOCCI São Paulo A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) considerou inadequada a conduta do médico citado pela leitora e informa que o mesmo já foi desvinculado da unidade. A atual gestão repudia qualquer tipo de irregularidade que venha a ocorrer dentro do seu âmbito de atuação e assegura que trabalhará para regularizar problemas envolvendo funcionários ou serviços, que têm o dever de respeitar, atender e prestar contas à população. A SMS pede desculpas por eventuais transtornos à população. Valets e ônibus Resido na Rua Embaixador Ribeiro Couto, no bairro de Jardim Novo Mundo. Trata-se de zona estritamente residencial. A rua é estreita, dimensionada originalmente para o trânsito local dos moradores. De uns tempos para cá ela se tornou um corredor comercial de ônibus fretados, pois, diariamente, a partir das 7 horas, cerca de dez ônibus passam pela rua, cortando caminho em direção à Avenida dos Bandeirantes. Várias vezes os ônibus têm de manobrar para contornar a esquina, pondo em risco a integridade dos moradores e seus bens. A constante trepidação irá prejudicar o asfalto, as calçadas e as casas da rua, sem falar no barulho e na poluição que provocam em plena área residencial. Aliado a isso há manobristas de lojas que se utilizam das (outrora) pacatas ruas do bairro para estacionamento de seus estabelecimentos comerciais. PHILLIP ROY GAILLARD São Paulo A Subprefeitura da Vila Mariana, em resposta ao leitor, informa que manobristas de serviços de valet não podem estacionar veículos em via pública. A lei os obriga a acondicionar os veículos em estacionamento regular (com licença de funcionamento) e segurado (contra roubos, furtos, colisão e incêndio). A Rua Embaixador Ribeiro Couto já está incluída na programação das próximas operações ao combate dessa atividade. De acordo com a legislação, as empresas precisam ter autorização da Prefeitura (Termo de Permissão de Uso) para a obtenção do serviço de valet. Além disso, é preciso ter condutores habilitados e autorização de embarque e desembarque emitida pela CET. Os equipamentos (cabine das chaves e guarda-sol), colocados em via pública, devem ocupar a área máxima de 1,5 m² e deixar um espaço mínimo de 1,20 m para a passagem de pedestres. Quanto ao tráfego de ônibus fretados, a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) informa que a equipe de fiscalização realizou acompanhamento operacional e constatou que não há placas de restrição de tráfego de ônibus na via, estando a circulação de acordo com a legislação da modalidade, PAOLA MARTINS, assessora de Comunicação da Subprefeitura da Vila Mariana Conta triplicada A Sabesp trocou o relógio medidor de água da minha residênciae a conta simplesmente triplicou. Foi feito um teste e se constatou que não há vazamento. WANDERLEY GONELLI GONÇALVES São Paulo Os técnicos da Sabesp analisaram o histórico de consumo do imóvel, as duas emissões de contas feitas após a troca do hidrômetro e identificaram engano de leitura. O problema foi solucionado. JOSÉ JÚLIO PEREIRA FERNANDES, superintendente da Unidade de Negócio Norte da Sabesp Padronização urbana Os edifícios da cidade deveriam ter numeração de rua bem visível, de preferência com placa padronizada. À noite é muito difícil identificas os prédios. HANS FREUDENTHAL São Paulo

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