Cartas

Carta 18.973 Um parque que é do povo Se bem me recordo, 70% da área do Parque do Povo pertence ao INSS e à Fundação dos Funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef). As duas entidades gerem fundos de terceiros, e, por isso, estão impedidas de fazer doações. Elas administram fundos de seus participantes, e a eles têm de prestar contas. Pergunto: a Prefeitura indenizou aquelas entidades? Quanto recebeu de cada uma? GUSTAVO GUIMARÃES VEIGA Jardim Viana A Prefeitura responde: "O INSS e a Caixa Econômica Federal, proprietários dos lotes, não têm instrumentos para transformar a área em parque (só a Prefeitura pode criar parques e praças). Em agosto do ano passado, os dois órgãos celebraram um compromisso de concessão dos direitos de superfície do local para a Prefeitura de São Paulo por 20 anos. Não houve doação, mas sim cessão por um determinado período, durante o qual a Prefeitura fica responsável pela implantação do projeto para a revitalização da área, que passará a funcionar como parque. Ou seja, o terreno continua sendo da Caixa Econômica e do INSS. É importante lembrar que várias agremiações esportivas invadiram e exploraram a área comercialmente, inclusive cobrando pelo uso dos campos. Hoje, a Prefeitura já conseguiu retomar sete das 11 áreas ocupadas e, como o projeto foi concebido para ser implantado por etapas, parte do parque já deverá estar aberta à população até o final de outubro deste ano." ANDREA MATARAZZO Secretário das Subprefeituras e subprefeito da Sé Carta 18.974 Uma nova Paulista Há dez dias (carta do dia 3) uma árvore foi derrubada acidentalmente por um carro no cruzamento da Avenida Brigadeiro Luís Antônio com Alameda Santos. Dez dias depois , a árvore e o que restou dos gradis de proteção continuam no mesmo local, sujando a calçada e impedindo a livre circulação dos pedestres que por ali circulam, bem ao lado do antigo prédio da Reitoria da Unesp e a 30 m da Avenida Paulista. Uma omissão vergonhosa, como vergonhoso é o estado da própria Avenida Paulista, em toda a extensão. Outrora símbolo do justo orgulho paulistano, a Paulista de hoje está pessimamente conservada, com calçadas esburacadas, lixo espalhado e muitos desocupados, importunando invariavelmente a vida dos paulistanos que por ali circulam todos os dias. FABIANO MARQUES DE PAULA Jardim Paulista A Prefeitura responde: " Os resquícios da árvore e do protetor foram recolhidos no início do mês, juntamente com um monte de entulho clandestino depositado no local. Sobre a conservação da avenida, a Prefeitura fez uma licitação para revitalizá-la. As obras terão início no fim deste mês (resposta do dia 13). Os canteiros serão reformados, as calçadas serão melhoradas, e haverá novos projetos de sinalização e de acessibilidade." ANDREA MATARAZZO Secretário das Subprefeituras e subprefeito da Sé Carta 18.975 Bares barulhentos Peço à Sub Santo Amaro que fiscalize os bares na região do Campo Belo, especificamente os instalados na Rua Cristóvão Pereira, onde há música ao vivo em ambientes desprovidos de proteção acústica durante toda a semana e, nos finais de semana, das 14 às 24 horas, ultrapassando os limites da rua e dos quarteirões ao redor. Não bastasse a música em alto volume, a rua e a calçada são utilizadas como uma extensão das dependências dos bares, o que acredito ser irregular. Nos sábados 23 e 30/6, o Bar Santha Thereza promoveu uma festa, com música ao vivo que não apenas extrapolou em muito os limites de volume do som, como também o número de pessoas, ignorando e desrespeitando a vizinhança. Infelizmente, por não termos uma fiscalização atuante e isenta, as providências tardam. E isso quando não são inexistentes, pois a pesar das muitas reclamações pelo 156, o problema não é resolvido. ALBERTO GALDI Campo Belo A Prefeitura responde: "Com base na denúncia do leitor, o Psiu programou um comando que fiscalizará todos os bares da região. Não podemos divulgar a data do comando, pois trabalhamos em sigilo, para que o Psiu funcione com plena eficiência. O Bar Santha Thereza já recebeu outras denúncias e uma equipe do Psiu esteve no local, que estava fechado no dia da vistoria. Estou atento ao problema." ANDREA MATARAZZO Secretário das Subprefeituras e subprefeito da Sé

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