Cartas

Perigo nas ruasEstou indignada com a Polícia Militar (PM) de São Paulo. Na madrugada de 31/10, voltando para casa, na República do Líbano notei que estava sendo seguida por um motoqueiro. Tentando manter-me calma, entrei em algumas ruas no bairro de Moema para ver se ele fazia o mesmo percurso. Infelizmente, isso se confirmou. Vi que não podia ir para casa, então comecei a dar voltas, na esperança de encontrar uma viatura de polícia, mas não vi nenhuma. Entrei em contato pelo 190 para pedir a localização da viatura mais próxima. O atendente solicitou que eu estacionasse o carro, para que ele enviasse um veículo. Mas eu não podia parar, pois estava sendo seguida! Ele disse que não havia outro jeito. Nisso, a ligação caiu. A segunda atendente disse o mesmo. Decidi ir ao Aeroporto de Congonhas para pedir ajuda aos seguranças de lá. No aeroporto encontrei uma viatura, mas ela estava vazia! A minha sorte é que, quando o motoqueiro viu que eu encostei perto do carro da polícia, ele decidiu acelerar e ir embora! Qual não foi a minha surpresa: a polícia me ligou quase 40 minutos depois de eu pedir socorro pela segunda vez, perguntando se eu ainda precisava de ajuda! Se eu fosse depender da polícia, não sei o que poderia ter-me acontecido! DÉBORA DE LUCASão PauloA Polícia Militar informa que o procedimento não é o apregoado pela instituição, por tal motivo será realizada, com base nas informações, análise criteriosa para identificar possíveis falhas e aperfeiçoar os serviços. O fato não compromete o serviço da Polícia Militar, que está compromissada com a vida, integridade física e dignidade das pessoas. O melhor para a cidadeEleito, após consagradora vitória, Gilberto Kassab volta-se agora para enfrentar os problemas da maior metrópole da América do Sul. Um deles se trata dos furtos de tampões de poços de visita da Prefeitura e de concessionárias de serviços públicos, também conhecidos popularmente como bocas-de-lobo. É um ato que se repete diariamente em todas as regiões da cidade, provocando acidentes, desastres e ameaçando a livre circulação de pedestres. Esse ato ostensivo de vandalismo vai contra todos os princípios que norteiam a vida dos paulistanos e regem o dia a dia da metrópole. As providências para reverter essa situação devem constar nas prioridades do prefeito. Tanto ele como nós, tenho certeza, desejamos o melhor para esta sofrida São Paulo e todos os seus 11 milhões de habitantes. ROBERTO MENDONÇASão PauloSocorro!A Telefônica simplesmente cancelou a linha de telefone que uso para trabalhar. Só que eu não solicitei isso. Depois de contatar a Coluna, um funcionário me ligou dizendo que a linha seria religada. Mas vieram e ligaram outra linha no lugar da antiga. Essa brincadeira já foi longe demais, estou sem a linha há quase um mês. E esse número é o carro-chefe de minhas vendas. O erro foi da Telefônica, que não soube nem informar quando vai desfazer essa confusão!CATIA MELLOSão PauloA Telefônica informou que a linha da sra. Catia foi reinstalada e que fez os ajustes necessários nas contas telefônicas. A empresa entrou em contato com a cliente para os esclarecimentos necessários. Para outros esclarecimentos, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento, ligando 10315 (ligação gratuita). O serviço funciona 24 horas, durante os sete dias da semana.Esclarecimento: A Secretaria de Estado da Saúde esclarece que, diferentemente do que foi publicado em 14/11 nesta Coluna (Saúde Pública em questão), a Pasta respondeu à carta da sra. Ruth Dervage. No dia 21/10, quando informada pelo jornal que a paciente se referia ao Hospital São Paulo, a Secretaria esclareceu que o hospital pertence ao Ministério da Saúde e à Unifesp e, portanto, o jornal deveria se reportar a tais entidades, uma vez que a Secretaria de Estado da Saúde não possuiu gerência sobre a unidade. Com relação à carta Terra de ninguém (8/11), a Subprefeitura de Santo Amaro informa que o terreno da Avenida Santo Amaro n.º 5.046 realmente foi invadido e estava muito sujo. O fato já foi comunicado ao proprietário do imóvel. A subprefeitura notificou e multou em R$ 872 o dono do local com base na Lei 10.508/88 que dispõe, dentre outras coisas, sobre a conservação da calçada. Conforme a lei, o responsável pelo imóvel é obrigado a manter a calçada em bom estado de conservação e limpa. A multa é reaplicada a cada 30 dias, até que o dono do imóvel comunique a solução do problema à subprefeitura. DANIELA MANGINI, assessora de imprensa

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