Cartas

Mal-entendido ou mentira?No início de setembro solicitei a transferência de minha linha telefônica de Osasco para Vargem Grande Paulista. A Telefônica ofereceu manter o número (portabilidade numérica), o que aceitei. A linha fisicamente foi transferida, porém no sistema da empresa o endereço antigo permanece sem alteração, ou seja, posso utilizar a linha, mas tudo o que eu solicitar irá para o endereço antigo. Já fiz diversas reclamações na Telefônica, na Anatel, mas nada foi resolvido.MARCELO ELIAS NUNES RIBEIROVargem Grande PaulistaA Telefônica informou ter feito os ajustes no endereço de correspondência do sr. Nunes. O cliente encontra-se ciente das informações. A empresa entrou em contato com o cliente para os esclarecimentos necessários e lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados. Para outros esclarecimentos, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento, ligando 10315 (ligação gratuita). Leitor contesta: A Telefônica mentiu ao afirmar que o problema foi resolvido, pois fui contatado pela assessoria de imprensa dessa empresa apenas para ficar ciente de que o problema "estaria sendo resolvido" até a sexta-feira, dia 14/11. Acessando nesse dia a própria central de relacionamento da empresa, descobri que o problema continua. O sistema de informática da Telefônica é tão ruim quanto seus funcionários, pois acusa que a minha transferência está pendente, e quando o consulto, a data de conclusão do problema muda "automaticamente". Será que ninguém na Telefônica tem competência e, principalmente, respeito ao cliente? Camicases nas ruasNunca vi tantos motoqueiros agindo como camicases nas ruas de São Paulo. Eles andam por estradas e ruas sem nenhum respeito ao trânsito. A causa de tantas mortes é porque não existem fiscalização e controle sérios em relação à qualificação desses motoqueiros. Muitas dessas motos deveriam ser confiscadas e os motoqueiros, multados por dirigir irresponsavelmente. Vejo também nas estradas e ruas da cidade carros que não deveriam estar circulando, com pneus carecas, sem freio, com carroceria caindo aos pedaços, etc. Onde está a fiscalização?BERNARDO HARTOGSSão PauloA Polícia Militar (PM) informou que, por meio do 34.º Batalhão de PM Metropolitano e dos demais batalhões, diuturnamente combate essas infrações, tentando minimizar ao máximo os efeitos danosos de atos praticados por maus motoristas. Tem razão o sr. leitor ao se referir aos motoristas como "camicases", causadores de tantos acidentes, porém há discordância quanto à falta de fiscalização. Esclarece ser importante conhecer e diagnosticar os problemas para combatê-los, e isso está sendo feito. Medidas estão sendo implementadas todos os dias para que o problema seja minimizado.Impasse em inspeçãoGostaria de solicitar a ajuda do jornal no impasse que venho vivendo com a Toyota e a empresa Controlar. Tenho uma caminhonete Toyota Hilux diesel, com todas as revisões feitas na Sun North Motors Ltda. O veículo foi reprovado pela Controlar no teste da fumaça no dia 11/9. Dirigi-me à Sun North Motors e pedi a revisão antecipada dos 30 mil km rodados, pela qual paguei R$ 888,45. Voltei à Controlar em 4/11, após pagar R$ 52,73. Novamente o carro foi reprovado pela emissão de fumaça. A Controlar diz que o problema é da Toyota. A Toyota diz que não é problema dela (diz que esse carro foi fabricado para rodar no Japão, como eles são vendidos no Brasil...). Informo ainda que estou abastecendo com diesel aditivado em posto da Petrobrás. O que devo fazer?ANTONIO CARLOS DE CAMPOSSão Paulo A Assessoria de Comunicação da empresa Controlar esclarece que os testes de avaliação mecânica e medição de gases poluentes são executados em obediência à Legislação Ambiental (Conama) e às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O veículo do leitor foi reprovado na primeira inspeção por emitir poluentes acima do limite permitido em lei. No segundo teste, dois meses depois, o veículo foi rejeitado por apresentar a emissão da chamada "Fumaça Azul", fumaça característica proveniente da queima indevida de óleo diesel (combustível) com óleo lubrificante, além de funcionamento irregular do motor, itens que impossibilitam a aprovação no teste. A Controlar acrescenta que nesses seis primeiros meses, 18.753 veículos foram inspecionados com 80,29% de aprovação. Em média os veículos precisam de menos de duas inspeções para obter a aprovação.MARISA DE FRANÇA, assessora de Comunicação

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