Cartas

Luta contra a dengueEnquanto o País inteiro luta contra a dengue e a Prefeitura gasta milhões em propaganda, ninguém se preocupa com a água acumulada nos seis chafarizes que ficam no Vale do Anhangabaú, abandonados e desativados desde fevereiro. A cada dia de chuva, formam-se ali lâminas de água, perfeito criadouro do mosquito transmissor da dengue. Reclamei com a Secretaria das Subprefeituras, com o Viva o Centro, com a Ouvidoria e com a Secretaria da Saúde. É só ir até o local para se envergonhar com o abandono.STANKO SVARCICSão PauloA Secretaria Municipal da Saúde informou que agentes da Vigilância Ambiental vistoriaram o local e constataram os chafarizes desativados, com água acumulada, porém sem a presença de larvas do mosquito que transmite a dengue. Os agentes realizaram tratamento químico como medida preventiva. O local está cadastrado nas atividades de rotina da Supervisão de Vigilância em Saúde da Sé e recebe visitas periódicas para investigação de foco larvário. Até o momento, esclarece, não foram encontradas larvas do aedes aegypti. A Secretaria diz ter encaminhado solicitação para que a Subprefeitura da Sé tome providências referentes à limpeza e à manutenção das fontes existentes no local. Informa ainda que o número de larvas do mosquito aedes aegypti encontrado na cidade de São Paulo indica que a situação está sob controle, de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde. Em cada 100 imóveis avaliados, foram encontradas larvas em apenas 0,06%, e a recomendação é de que o índice predial não ultrapasse 1%. Fidelidade, só do clienteSou cliente da NET e há três meses solicitei suspensão temporária de minha assinatura (internet e televisão), pois viajei a trabalho. Retornei em outubro e entrei em contato com a empresa para a reativá-la. No entanto, passados 20 dias, muitas horas de ligações para a central de atendimento da NET, aberturas de chamados técnicos, números de protocolos, etc., não obtive sucesso. A situação me causa um enorme transtorno, uma vez que não posso trabalhar sem internet. Decidi, então, cancelar a assinatura. Para minha surpresa, soube que o contrato prevê uma permanência mínima de um ano e, caso eu efetue o cancelamento da assinatura, terei de pagar uma multa de aproximadamente R$ 400. Tentei explicar diversas vezes aos atendentes da NET que o motivo do cancelamento é por culpa da empresa, que não consegue reabilitar minha assinatura. Mas todos foram pragmáticos e intransigentes em dizer que eu não tinha escolha! Tenho vergonha e me arrependo de ter me tornado cliente dessa empresa. Se alguém deve ser ressarcido, esse alguém sou eu, pelo tempo e dinheiro gastos com ligações para tentar resolver o problema.LEANDRO RIBEIROSão PauloA Net informou ter entrado em contato com o sr. Ribeiro, que, segundo a empresa, confirmou que o sistema está normalizado. A empresa coloca-se à disposição para esclarecer qualquer dúvida. FERNANDA PICCABLOTTO, da Gestão de Clientes Quem está com a razão?Ao voltar de Miracatu, pela estrada SP-055, passei em frente a um Posto Rodoviário, em Pedro de Toledo, seguindo os carros que passavam vagarosamente. Acenei cumprimentando o policial que estava em frente à guarita, como sempre faço. Após passar, fui alertado por meu amigo, que estava no banco de trás, de que o guarda gesticulava para mim. Como havia vários carros parados no acostamento, estacionei a uns 10 metros. O soldado Paulo Dias chegou e reclamou de eu ter parado tão longe. Desculpei-me e entreguei a carteira de habilitação e os documentos do automóvel. Ele vistoriou os documentos e o carro e não encontrou nada. Mas disse que eu seria autuado por ter passado em velocidade acima do permitido na frente do posto e que esse foi o motivo de eu ter parado tão longe. Argumentei que seguia a fila de carros, portanto não tinha como ter corrido, e que havia vários veículos no acostamento, por isso eu parei ali. Notei que, se eu pagasse alguma quantia, seria liberado da multa, um absurdo!JOSÉ LUIZ FERNANDES DA MOTTASão PauloO coronel comandante da Polícia Militar, Eliziário Ferreira Barbosa, disse que, apesar de considerar a reclamação uma suposição do leitor, o comando, obedecendo aos princípios de legalidade, moralidade, impessoalidade, razoabilidade, finalidade, motivação, interesse público e eficiência, que regem a administração pública e que norteiam as ações da Polícia Militar do Estado, determinou a apuração dos fatos e, diante do que ficar efetivamente provado, medidas legais pertinentes serão adotadas.

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