Cartas

Ruas fechadasA Rua Igarapava, onde resido, é uma rua sem saída no Itaim Bibi. Em 2001 a Prefeitura autorizou o fechamento da via por portão. Vivíamos tranqüilos até 19 de novembro, quando funcionários da Prefeitura o retiraram, diante dos moradores perplexos. Nunca fomos notificados de nenhuma decisão da Prefeitura que revogasse a permissão de fechamento. Sabemos apenas que os moradores de edifícios vizinhos e manobristas de restaurantes próximos se sentem incomodados com o suposto privilégio dos moradores de ruas fechadas, pois querem utilizá-las como estacionamento. Curiosamente, na mesma quadra há duas outras vias com portão (Rua Indaiatuba e Travessa Lúcia A. S. Quadros) que não foram incomodadas pela Prefeitura, muito embora essa vias sejam fechadas até mesmo para pedestres - diferentemente da nossa, em que o acesso a pedestres era livre, como manda a lei. Definitivamente, a lei não é igual para todos.LUIZ ROBERTO DE ASSISSão PauloO subprefeito de Pinheiros, Nilton Nachle, informou que a retirada do portão da Rua Igarapava foi feita após denúncia. No dia 6/6 foi lavrada intimação para a remoção num prazo de cinco dias, porque o acesso aos pedestres estava impedido, fato comprovado nas fotos anexadas ao processo administrativo. Como tal intimação não foi atendida, funcionários voltaram ao local no dia 19/11 para retirá-lo. É importante mencionar, diz, que a rua é, sim, passível de fechamento, desde que atenda às regulamentações previstas em lei. Quanto às vias denunciadas, a subprefeitura irá fiscalizar e, caso estejam irregulares, as mesmas medidas serão adotadas.Despejo de esgotoConsidero a Sabesp uma empresa predadora do meio ambiente. Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, área de proteção ambiental, tem 100% do esgoto jogado no Rio Capivari, que é o mais alto afluente do Rio da Prata. E o que é pior, na conta que recebemos mensalmente pagamos uma taxa que é cobrada para o tratamento do esgoto! O que a Sabesp faz com esse dinheiro? MARIA BEATRIZ DE M. DIETRICHCampos do JordãoA Sabesp informou que tenta há pelo menos dez anos implantar o sistema de tratamento de esgotos em Campos do Jordão. Mas, após desapropriação da área, aprovação dos projetos, obtenção do financiamento dos recursos necessários, moradores foram contra a implantação da obra no local previsto. A Sabesp teve de buscar alternativas e reiniciar diversos processos. A empresa renovou a concessão de operação no município e assumiu o compromisso de tratar os esgotos coletados até 2012. Com relação à cobrança referente a esgotos, trata-se de valores correspondentes aos serviços de operação e manutenção da rede coletora, como: desobstruções, reparos, limpeza, remanejamentos e adequações. As redes novas são executadas com recursos próprios, ou financiados, ou com participação de interessados e com retorno do capital investido em cerca de dez anos. O valor segue tabela tarifária aprovada pelo governo do Estado. JOÃO CARLOS PERLINSKI, da Unidade de Negócio Vale do Paraíba Falha em comunicaçãoPossuo três linhas de celular Claro, todas em débito automático em conta corrente. Em julho, a Claro alterou o número da conta referente a um dos números, o que fez com que ela não fosse cobrada pelo débito automático. Recebi a cobrança, paguei-a e a coloquei em débito automático. Mas desde julho recebo cobranças referentes a essa conta. No dia 12/11, recebi comunicado da Serasa. A Claro não possui departamento específico de ouvidoria e me transfere do contato para a cobrança e de volta para o contato, em ligações que duram até duas horas!SANDRA MARIA A. S. MONTEMURROSão PauloA Claro disse que entrou em contato com a sra. Sandra e excluiu seu cadastro dos órgãos de proteção ao crédito.Fique atento: Entrou hoje em vigor o decreto que regulamenta o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) via telefone por fornecedores de serviços regulados pelo poder público federal, como telefonia móvel e fixa, internet, TV a cabo, bancos comerciais e cartões de crédito, entre outros. Ele determina que as ligações para o SAC devem ser gratuitas; a primeira opção oferecida pelo menu eletrônico deve ser o contato com o atendente; o consumidor não pode ter sua ligação finalizada antes da conclusão do caso; a transferência deve ser feita em até 60 segundos; não se pode solicitar a repetição de dados e da demanda pelo consumidor após seu registro; as informações solicitadas serão prestadas imediatamente e as reclamações, resolvidas no prazo máximo de cinco dias úteis a contar do registro.

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