Cartas

No caos, o que é prioridade?Soube que o governador José Serra prometeu iniciar a construção da Linha Laranja do Metrô para 2010. Escrevi para a companhia pedindo um estudo de um novo percurso da Linha Amarela à Rodovia Raposo Tavares para atender as cidades de Cotia, Osasco, Itapevi, Carapicuíba, Jandira, entre outras que estão com grandes empreendimentos e não têm a infra-estrutura necessária para receber mais pessoas e carros. Cotia, por exemplo, não tem linhas de trem, há poucos ônibus para São Paulo e o valor da passagem é mais caro se comparado com o da capital. Eles só responderam que não há nada previsto para esse trecho. SUELI RICARELLICotiaMárcia Borges, do Departamento de Imprensa do Metrô, responde que a empresa tem conhecimento da expansão imobiliária ocorrida na região de Cotia e do crescimento da população residente, o que aumentou o número de viagens de transporte coletivo e individual em direção a São Paulo. Explica que, apesar dos números serem altos, eles perdem em prioridade para outras regiões em relação aos critérios de instalação de uma linha de metrô. Diz que a Secretaria dos Transportes Metropolitanos trabalha com o conceito de rede metroferroviária envolvendo metrô e trem - que passa por um processo de atualização tecnológica. Até 2010, promete que todas as linhas da CPTM terão qualidade de metrô, inclusive a Linha 8 (Diamante), que atende a região de Cotia por meio da Estação Itapevi, seguindo até a Barra Funda. Ressalta que, a partir daí, o passageiro poderá se conectar com toda a rede de transporte sobre trilhos da região metropolitana de São Paulo.Desrespeito ao trânsitoMoro em Arujá, município próximo a Guarulhos, e utilizo diariamente a Rodovia Presidente Dutra. Existe um trecho da via expressa, na altura do quilômetro 222, onde normalmente o trânsito é mais lento e alguns carros se utilizam do acostamento para fugir do congestionamento. O que me surpreende é ver que as vans da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), lotadas de passageiros, também se utilizam do acostamento, trafegando em alta velocidade. Já relatei por quatro vezes esse episódio à Ouvidoria da EMTU, inclusive detalhando o horário das ocorrências, os prefixos e as placas das vans (tenho o número de todos os protocolos das reclamações), mas até agora não obtive resposta da empresa. Duas semanas depois da primeira reclamação, continuo assistindo às vans transitarem pelo acostamento. Acho um absurdo uma empresa prestadora de serviços públicos desrespeitar as normas de trânsito dessa maneira, pondo em risco os passageiros e outros motoristas.ALEXANDRE LASTHAUSArujáA Assessoria de Imprensa da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) de São Paulo informa que a Ouvidoria da EMTU entrou em contato com o sr. Lasthaus em 15/12 para tratar das reclamações registradas em 2/12, 12/12 e 15/12. Como informado na mensagem, a empresa reitera que está averiguando a denúncia para tomar as devidas providências a fim de assegurar a qualidade e a segurança no serviço prestado. É difícil ser ressarcidoNo dia 10/12 enviei uma reclamação à Coluna sobre a qualidade dos serviços e do atendimento prestados pela NET e em apenas duas horas recebi um telefonema do SAC da empresa, comunicando-me que o valor a mais que eu havia pago seria restituído no dia seguinte, em 11/12. Recebi o cheque da NET e achei que meus problemas haviam sido solucionados. Mas, ao tentar descontá-lo na agência 2000 do Banco Itaú, fui informado pelo caixa do banco que o cheque, original do Rio de Janeiro, já havia sido descontado e, portanto, fiquei novamente sem a restituição do valor pago a mais para a empresa (R$ 266,22). Sinceramente, não sei mais a quem recorrer para obter o que é meu por direito.DANILO DEL PICCHIASão PauloFernanda Piccablotto, da Gestão de Clientes da NET-SP, informa que a empresa contatou em 19 de dezembro o sr. Del Picchia, que confirmou a restituição. Corrida de São SilvestreNa condição de contribuinte e corredor, sugiro às autoridades da cidade que providenciem a limpeza efetiva dos caminhos da corrida, pois a imundície e o mau cheiro em alguns trechos (por exemplo, na alça de subida do Minhocão) da corrida do ano passado não só demonstraram a falta de respeito pelos atletas, como nos envergonharam ante os milhares de participantes de todas as partes do Brasil e do mundo.PAULO RUASSão Paulo

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