Cartas

À mercê dos flanelinhasEscrevo para expressar minha indignação e para alertar os frequentadores do Sesc Pompeia, assim como as autoridades competentes, quanto à presença de supostos guardadores de carros nos arredores do local. Na noite de 22/1 eu e minha mulher fomos ao Sesc para assistir a um show e paramos o carro na Rua Barão do Bananal, a um quarteirão de distância. Fomos abordados por um sujeito (que usava um tom ameaçador) que disse que tomaria conta do carro até o fim do espetáculo, porém deveríamos "acertar" com ele antecipadamente R$ 10 reais pelo serviço. Para nosso azar, os ingressos já haviam se esgotado e imediatamente retornamos ao carro e para pedir nosso dinheiro de volta. Mas o sujeito já não estava lá. Não basta um contribuinte ser impelido a gastar R$ 10 para estacionar seu carro em via pública, sob a ameaça de ter seu carro danificado (seja pelo próprio sujeito que o aborda, como forma de retaliação; seja por um assaltante), ele ainda fica à mercê de golpistas que se passam por guardadores de carro. Onde está a fiscalização? Onde está a repressão aos guardadores ilegais?GABRIEL M. DA FONSECA L. MAIASão PauloA Polícia Militar esclarece que a atuação dos flanelinhas configurará ação de polícia quando ocorre extorsão, roubo, constrangimento ilegal, etc. As pessoas que se sentirem ameaçadas ou intimidadas deverão contatar a Polícia Militar pelo telefone 190 ou acionar o policial que estiver mais próximo. E que não havendo vítima não está configurado o delito. O policial só pode efetuar prisão em flagrante delito ou em cumprimento a mandado judicial. A intenção é boaComo sempre o espírito da lei e o propósito são bons, diminuir a poluição. Uma determinada empresa ganhou a concorrência para instalar 36 postos de inspeção. Ao final de 2008, deram o jeitinho de sempre: só foram disponibilizados 3 postos; a inspeção começa, incrivelmente, pelos veículos mais novos e seja o que Deus quiser aos pobres proprietários e contribuintes. Isso cheira a negociata. É um total descaso e absurdo.LUIZ A. BERNARDISão PauloE para variar...Estou sem acesso à internet na minha empresa desde 29/12. Utilizo o serviço Speedy, da Telefônica. No início minhas ligações eram atendidas por funcionários totalmente despreparados, que diziam que o serviço estaria disponível em algumas horas, o que nunca ocorreu. Nos últimos dias só há uma mensagem gravada dizendo que o problema será solucionado em 72 horas, o que também não acontece. Quer dizer, eles nem se dão ao trabalho de dar explicações aos seus clientes. Agora nem acesso ao site do Speedy está sendo possível! Falar com o ombudsman, então, nem pensar, seja pelo site ou telefone! Sei que esse problema não ocorre só comigo. Hoje tudo nas empresas é feito pela internet, nota fiscal eletrônica, pedidos dos clientes, serviços bancários, pagamentos, recebimentos e remessa de informações para o Fisco. Como ficamos nós, pequenos empresários, que somos obrigados pelo governo, instituições bancárias, clientes e fornecedores a usar a internet e temos um prestador de serviço irresponsável, incompetente, despreparado e que não tem a menor preocupação e consideração com os seus clientes? Vamos tomar multas, pagar juros, perder faturamento, clientes e falir? JÚLIO MARQUES KÖHLERSão PauloA Telefônica não respondeu à reclamação do leitor.Veículo abandonadoHá cerca de um ano há um veículo abandonado na Rua Dom Paulo Pedrosa, no bairro Real Parque. Apesar de pedidos feitos por diversas pessoas a inúmeros órgãos do poder público, inclusive à CET, ele continua parado no mesmo lugar. Manter a via pública limpa, livre de veículos abandonados, também significa manter a cidade limpa. BENO MARCIO KARLIK São PauloAdele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, informa que a companhia efetuou a remoção do veículo estacionado irregularmente na Rua Dom Paulo Pedrosa.Cuidado com as taxasSou professora aposentada do Estado e tenho conta no banco Nossa Caixa. Têm sido descontados mensalmente R$ 19,80 para manter a conta nesse banco. Acho isso um absurdo.MARLY P. DE A. PETRISão PauloO Banco Nossa Caixa informa que o valor reclamado pela sra. Marly foi estornado e como não há pacotes de serviço o banco suspendeu a cobrança.

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