Cartas

Trapalhadas No dia 30/1 uma equipe de reparos esteve na Avenida Doutor Silvio de Campos, em Perus, mexendo num poste (embora nenhuma luz estivesse apagada) e, quando saiu, toda a iluminação da rua onde moro, a Juvêncio de Araújo Figueiredo, se apagou. Isso aumenta a insegurança no local, já que recentemente uma loja foi arrombada duas vezes. Imaginem agora, com a rua totalmente às escuras. Venho tentando sem sucesso entrar em contato com o Departamento de Iluminação Pública (Ilume). A cada tentativa ou o telefone está ocupado ou fico "preso" no atendimento eletrônico até a ligação cair. O cidadão não tem mais a quem recorrer além da imprensa. FERNANDO BERTACCHINI São Paulo A Secretaria Municipal de Serviços informa que uma equipe de manutenção do Ilume compareceu à Rua Juvêncio de Araújo Figueiredo no dia 3/2 e rearmou a proteção. Já na Avenida Doutor Silvio de Campos foi retirado um curto da rede de iluminação. No dia 5/2 a equipe compareceu aos locais novamente e constatou a normalização da iluminação nas vias. O leitor responde: Na data em que a iluminação foi restabelecida, eu mesmo escrevi ao jornal confirmando. E agradeço as providências, embora demoradas. No entanto, ainda espero que o SAC seja modernizado e cumpra as normas instituídas pelo governo. Se o poder público exige das empresas um atendimento bom, como pode não exigir o mesmo nível de serviço dos órgãos públicos? Não estou pedindo nada além de um serviço pelo qual já pago. Se melhorar, serei oprimeiro a elogiar. Erro em multa A Secretaria Municipal de Transportes do Município do Rio de Janeiro me notificou por uma infração cometida por um Fiat Uno. Mas não estive na cidade e tenho um Ford Fiesta, não um Uno, com placa de número diferente. Meu recurso foi indeferido. O que significa que terei de procurar um especialista em multas, arcar com as despesas e perder meu tempo por culpa do erro de um órgão público. LUIZ ANTONIO G. CAMPREGHER Itu A CET do Rio de Janeiro não respondeu à Coluna. Constrangimento Fui à Caixa Econômica Federal, na agência Shopping Itaquera, no dia 2 de janeiro, às 13 horas. A porta giratória travou e um funcionário pediu para que eu, portadora de deficiência, tirasse as muletas. Tentei entrar sem elas, mas, como uso aparelho ortopédico, a porta continuou travada. Ele pediu para que eu entregasse a documentação para ser atendida pelo lado de fora. Constrangida, chamei a Polícia Militar. O gerente não tomou nenhuma atitude para evitar esse desrespeito. Fui à 32.ª Delegacia de Polícia de Itaquera para fazer um Boletim de Ocorrência. A escrivã informou que o delegado de plantão não iria fazê-lo por não ser civel (sic) e porque eu fora atendida. Disse que só haveria necessidade de boletim caso o fato ocorresse de novo. CRISTINA GUERRA São Paulo A Caixa Econômica Federal explica que os procedimentos adotados buscam dar segurança aos clientes. O uso da porta giratória com detectores de metais é obrigatório por lei. Sobre o caso, esclarece que, como soara o alarme, a cliente foi orientada a aguardar a assistência do gerente na sala de conveniência da agência, onde poderia receber o mesmo atendimento que é oferecido nos outros ambientes da unidade. Como ela não concordou, a instituição lhe ofereceu acessar as demais dependências da agência por uma porta convencional, com as medidas de segurança necessárias. Ainda assim a cliente acionou a Polícia Militar e fez questão de entrar na agência pela porta giratória. A Secretaria da Segurança Pública informa que entrou em contato com a leitora, que irá à delegacia para o delegado fazer o Boletim de Ocorrência. Ruas esburacadas Tenho há anos uma casa em Campos do Jordão, que fica numa travessa da Rua Tobias Rodrigues do Prado. A estrada que começa em Capivari e a que vem do bairro Abernéssia têm muitos buracos. A prefeitura diz que é o efeito das chuvas de verão, mas já se passaram vários invernos sem que nada fosse feito. O trecho que vai do antigo Hotel Vila Inglesa até o futuro Campo de Esportes foi recentemente asfaltado, mas os buracos já começam a surgir e na frente do hotel forma-se um lamaçal quando chove por causa da terra usada na reforma. Impossível andar a pé. MIRIAM FANNY ROSENBERG São Paulo A prefeitura de Campos de Jordão não respondeu à Coluna.

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