Cartas

Terreno abandonadoEstou indignado com a Petrobrás. Moro na Rua Dr. Paulo Queiroz, Jardim Nove de Julho, São Mateus, e ao lado de minha casa, há dutos e válvulas da Petrobrás. Antigamente as válvulas ficavam bem ao lado de minha casa e o terreno era regularmente limpo. Após reformas, inclusive utilizando um espaço de minha residência para guardar materiais, essas válvulas foram transferidas para o outro lado da rua e o terreno ficou aberto e abandonado. Há 20 anos venho fazendo sempre o mesmo trabalho de reclamar no telefone "verde" (0800-128121) quando a situação do terreno fica precária. Não há tempo determinado para a limpeza, que, da última vez, foi feita no dia 11 de agosto de 2008. Eles cortaram o mato, deixaram o lixo no terreno e depois colocaram fogo. Como o mato cresce muito rápido, minha casa vive infestada de aranhas, ratos passeiam em meu quintal à noite, sapos são encontrados, lixos são jogados no terreno, fora o risco de assaltos, uma vez que o local não tem boa iluminação e o mato está alto. Solicito ajuda para conseguir uma maior regularidade na limpeza e que esta tão conceituada empresa mostre respeito pela população. ANTÔNIO DOS SANTOS OLIVEIRASão PauloA Assessoria de Imprensa da Petrobrás Transporte (Transpetro) informa que começará no início de março a limpeza do terreno da faixa de dutos de São Paulo, incluindo a área do Oleoduto do Vale do Paraíba (Osvat), no bairro de São Mateus. A ação faz parte do cronograma de atividades previsto para manutenção das áreas por onde passam os dutos da empresa. A empresa pede desculpas pelos transtornos causados.Desconto no salárioSou professora aposentada do Estado e tenho conta no Banco Nossa Caixa. Minha situação é idêntica à da leitora sra. Marly Petri (Cuidado com as taxas, 29/1), com uma agravante. Têm sido descontados mensalmente valores crescentes para manter a conta nesse banco. Também acho isso um absurdo e gostaria que os valores reclamados fossem devolvidos. As tarifas mensais subiram de R$ 19,50, em janeiro de 2008, para R$ 31. Isso representa um desconto de quase 3% sobre o meu parco salário de aposentada! Isso é justo? MARIA BERNADETE S. DE OLIVEIRASão PauloA Assessoria de Imprensa do Banco Nossa Caixa informa que a tarifa cobrada pelo banco na conta corrente da sra. Maria se refere à mensalidade do programa de serviços Classic, cadastrado em sua conta desde sua abertura, em 21 de agosto de 2006. Esclarece que, até março de 2008, o valor da mensalidade desse pacote era de R$ 26, no entanto, a cliente pagava R$ 19,50 pelo serviço porque contava com o desconto de 25% oferecido aos servidores públicos do Estado de São Paulo. O benefício foi sendo reduzido ao longo do ano passado em razão da criação de um pacote exclusivo para os funcionários públicos, denominado Personal. Caso a cliente tenha interesse em alterar o seu pacote, poderá optar por outro programa que esteja de acordo com as suas necessidades. A sra. Maria pode ainda não aderir a nenhum pacote e, assim, utilizar gratuitamente os serviços essenciais e pagar individualmente por outros que eventualmente venha a utilizar. Barulho ensurdecedor No período de aulas do Colégio Dante Alighieri, os "marronzinhos" ficam nas esquinas da Alameda Jaú com a Rua Peixoto Gomide. Seria louvável o auxílio, se não fosse o barulho ensurdecedor dos apitos que só deveriam ser acionados nas mudanças dos tempos de semáforo. Os sons do apito durante uma hora (período de entrada e saída dos alunos), somados aos dos motoristas que buzinam para ajudar no "fluxo do trânsito", tornam o local um inferno. Tenho comércio nas proximidades e meus clientes já não aguentam mais tanto barulho na hora do almoço. JOÃO M. VENTURA São Paulo Adele Nabhan, do departamento de imprensa da CET, informa que os agentes da companhia usam o apito não apenas nas mudanças dos tempos de semáforos, mas também para deixar mais ágil o embarque e desembarque dos 5 mil alunos do Colégio Dante Alighieri. Esclarece que a função dos agentes é a de melhorar a fluidez das ruas nas proximidades da escola, não permitir o entrelaçamento de veículos no cruzamento, podendo alterar, se necessário, o direito de passagem dos carros e pedestres estabelecido pelo semáforo. Acrescenta que os apitos fazem parte dos sinais de trânsito e são instrumentos fundamentais, já que a linguagem é entendida e respeitada pelos motoristas, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro.

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