Cartas

Contradições da TelefônicaDesde 12 de janeiro tento transferir a linha Telefônica de meu pai para um novo endereço na mesma cidade, distante não mais que 1.500 metros do atual. Já fiz o pedido 3 vezes e, a cada atraso, a Telefônica tem uma justificativa: ou dá o pretexto que não achou o morador na residência ou alega, em seguida, que não achou o endereço. Mas como se havia informado que não achou o morador? Presumo que achou o endereço ou não? Na última vez se desculpou dizendo que esperava a linha Speedy ficar disponível no endereço. Para solucionar, pedi o cancelamento, porém, eu teria de pagar uma taxa por causa do período de fidelização. Ora, o contrato tem mais de 4 anos! Eles explicaram que por causa da mudança de endereço, a fidelização é feita de novo e o cliente é obrigado a ficar com o serviço por mais 18 meses ou terá de pagar a taxa. A cada vez que ligamos para saber a razão dos atrasos é dado um novo número de protocolo e o prazo de atendimento é de até 3 dias, ou seja, cada vez que eu ligo para me queixar a Telefônica ganha 3 dias. PAULO RIBEIROSão PauloA Telefônica informa que o leitor sr. Ribeiro já foi atendido.Acrescenta que entrou em contato para esclarecer e lamentar os transtornos causados.O leitor contesta: Não é verdade. As linhas de fato foram transferidas. Mas as duas linhas Speedy, de 8 Mb cada,foram instaladas com capacidade de 1 Mb. Funcionários ligaram informando a data da instalação, mas ninguém apareceu. No dia seguinte, liguei e informaram que não havia nada no sistema. Acho que foi um fantasma que ligou. A Ouvidoria pede para esperar até 4 de março.Muito barulhoSe o valor da inspeção veicular não deve ser cobrado do motorista, por que obrigar a gente a entrar no site e imprimir o boleto; pagar e aguardar três dias úteis para agendar a inspeção; aguardar meses pela devolução do dinheiro, por método ainda a ser definido? Seria muito mais fácil agendar a inspeção, fazê-la e a firma vistoriadora cobrar diretamente do órgão governamental. Se o veículo não fosse aprovado, e fosse necessário ao proprietário pagar uma segunda ou terceira inspeção, aí, sim, o motorista deveria emitir e pagar um boleto novo. Se a isenção do pagamento for válida apenas para este ano, então há tempo para que no próximo a Secretaria da Fazenda, que já envia ao motorista formulários para cobrança de IPVA, seguro e licenciamento, inclua mais este item. Enquanto a inspeção não chegar aos veículos mais velhos e poluentes, o que se faz é muito barulho (além de incômodo, perda de tempo e despesas para motoristas de veículos em bom estado) para resultados irrisórios. Todos têm interesse em reduzir a poluição, e impostos e taxas aprovados em lei devem ser pagos, mas por que dar trabalho inútil aos contribuintes?RUBENS VAIDERGORINSão PauloVeículos adulteradosPor volta das 21 horas da última terça-feira eu e outros motoristas fomos ameaçados pelo carro de placa DVM 9460, que corria em alta velocidade na saída do elevado Costa e Silva, em direção à zona leste. Ele estava paramentado com muitas luzes internas vermelhas disfarçadas, com sirene idêntica à da polícia. Alguns motoristas perceberam a fraude e não cederam passagem. Em determinado momento, o condutor diminuiu a velocidade, desligou as luzes e a sirene para passar próximo de um carro da CET, e depois continuou com a insanidade (foi quando anotei a placa). Peço providências à polícia, ao Detran e à CET para que fiquem atentos a este e a outros carros que vêm sendo aparelhados irregularmente com esses acessórios, pois não foi a primeira vez que vi isso.FABIANO SOUZASão PauloA Polícia Militar esclarece que veículos particulares utilizando sinais sonoros e luminosos próprios de veículos de emergência cometem a infração grave, prevista no artigo 230 - XII, do Código de Trânsito Brasileiro, cuja pena é retenção para regularização. Dessa forma, a Polícia Militar, quando há autuação em flagrante, aplica o dispositivo acima. Mas quando não é possível, pesquisa-se a placa, para constatar se se trata ou não de viatura. Caso negativo, elabora-se a autuação e se encaminha documentação à autoridade de trânsito para bloquear a documentação do veículo até a devida regularização. No caso específico, verificou-se que a placa informada não possui registro e não pertence a nenhuma viatura policial. Pode ter ocorrido algum equívoco do leitor na hora de anotar os dados ou, ainda, ter havido adulteração da placa. Desse modo, a Polícia Militar solicita o envio das características do veículo para alertar os patrulheiros com o intuito de identificar o carro e adotar as providências necessárias.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.