Cartas

Consumidor desrespeitado Após 18 anos de vigência do Código de Defesa do Consumidor, algumas empresas insistem em fingir desconhecê-lo. Um exemplo é a Telefônica. Em 24 de janeiro entrei em contato com a central de atendimento para cancelar meu Speedy, instalado em meu atual endereço desde 2003. A atendente fez várias propostas para me manter como cliente, mas nenhuma foi tão vantajosa como a oferecida pela concorrência. Após 3 números de protocolos, 35 minutos na linha, informaram que eu teria de pagar uma multa de R$ 299 por quebra de contrato de fidelização de 18 meses, porque em 7 de julho de 2008 eu pedi a alteração do plano Speedy. Solicitei que verificassem a gravação do dia. Nunca fiz essa solicitação e nessa data estava no interior de São Paulo e tenho várias testemunhas - os convidados que estavam na minha festa de Bodas de Ouro. A atendente informou que o caso seria analisado em 72 horas. Retornei a ligar no dia 29 de janeiro, já que não telefonaram de volta, como prometido. A atendente disse que deveria solicitar a gravação em uma loja da Telefônica, pessoalmente, não sabendo informar se poderia ser representado por um procurador e se a questão seria solucionada no mesmo dia. Não posso deixar meus afazeres para esperar horas em uma fila por uma falha da Telefônica nem ter de pagar qualquer tipo de multa por um plano que eu não solicitei e que são eles que têm de comprovar. JOÃO CARLOS MARADEI São Paulo A Telefônica informa que regularizou a situação do leitor sr. Maradei, sem ônus financeiros para ele, como também o contato para os esclarecimentos necessários e pedir desculpas. Denúncia Na Avenida José Maria Whitaker, esquina com a Alameda dos Guatás, no Planalto Paulista, há um espaço público onde são feitas feiras livres às terças, sextas-feiras e aos sábados. Aos domingos há uma grande aglomeração de pessoas com enormes bagagens e são estacionados vários ônibus de viagem. Tudo leva a crer que se trata de uma rodoviária clandestina. Na Rua Carneiro da Cunha, no quarteirão que antecede a Avenida Jabaquara, tem algumas portinholas com placas anunciando venda de passagens para o Norte e o Nordeste. C.F.D. São Paulo O secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, diz que a Prefeitura está ciente do problema e que ele não é exclusivo da região da Vila Mariana. Desde 2005, em conjunto com a CET, o Departamento de Transportes Públicos (DTP) e a SPTrans, já foram interditadas cerca de 50 agências/rodoviárias clandestinas em toda a cidade. Acrescenta que na Rua Carneiro Leão, no Brás, pelo menos três pontos foram lacrados nos últimos meses. O subprefeito diz que a Subprefeitura da Vila Mariana programou fazer uma fiscalização no local denunciado em conjunto com a Polícia Militar e com os demais órgãos responsáveis pelo transporte público na cidade. Perigo no Rodoanel Fiquei pasmado com a resposta da Assessoria de Comunicação do Rodoanel Oeste publicada no Estado em 9 de fevereiro sobre a carta Perigo no Rodoanel Oeste. O sr. Murta Junior informava sobre os riscos que motociclistas estão enfrentando na praça de pedágio do Rodoanel, no sentido Anhanguera-Régis Bittencourt, na saída para a Rodovia Raposo Tavares e a resposta diz que "estão sendo estudadas melhorias para oferecer segurança". Enquanto isso, não há como oferecer alguma segurança? JOÃO FELIPE LOPES FERREIRA Taboão da Serra A Assessoria de Comunicação do Rodoanel Oeste esclarece que a concessionária está avaliando a melhor forma de garantir a passagem, com a máxima segurança, dos motociclistas pelo lado esquerdo da praça de pedágio do Rodoanel (sentido Régis) na saída para a Raposo Tavares. Informa que, com a conclusão dos estudos de tráfego, a concessionária decidiu que instalará uma passagem exclusiva para motos na cabine manual localizada do lado esquerdo da praça de pedágio. Diz ainda que tudo isso será aliado a sinalizações específicas para garantir que o motociclista tenha ainda mais segurança em sua passagem e que é importante o motociclista reduzir a velocidade na praça de pedágio e ficar atento à sinalização existente. Caridade Gostaria que fosse divulgado um ato de caridade praticado há quatro anos por um casal de coreanos. Eles fornecem marmitex de segunda a sexta-feira às 18 horas, gratuitamente, a moradores de rua no bairro do Bom Retiro. São fornecidas, em média, cem refeições diárias. CHANG WHAN LEE São Paulo

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.