Cartas

Passando dos limitesÉ inaceitável a forma como somos tratados pela Telefônica. É inconcebível. Estamos à mercê do despreparo, do descaso, do desrespeito. Não acredito que não haja algo a ser feito para nos livrar dessa empresa. Uma mobilização estadual, com coleta de assinaturas, não pressionaria, seja a quem for, no intuito de conseguir concorrentes para o Estado de São Paulo em matéria de telefonia fixa? Eu, particularmente, cansei. Resolvi aderir tão somente ao celular e, apesar de nunca ter nem sequer pago juros por atraso em qualquer conta, ser uma cidadã cumpridora de todos os meus deveres, mesmo sem receber os meus direitos pela mesma via, jogo a toalha. A Telefônica extrapolou toda e qualquer paciência que possuo. Há dois meses, por reclamação em razão de cobrança indevida, passo por verdadeiras barbáries. Cansei. Peço que publiquem meu desabafo, pois este servirá como aviso ao comércio em geral: se porventura meu nome, pela primeira e única vez, aparecer no SPC ou na Serasa, não pensem que isso ocorreu por falta dedinheiro ou hombridade, mas sim por esgotamento. Não há tratativas, não há possibilidade de continuar a ser tão maltratada. Em um último respiro de amor próprio, digo: não, Telefônica!LÍLIAN APARECIDA C. SONNEMAKERSão PauloA Assessoria de Imprensa da Telefônica informa que a situação da sra. Lílian foi regularizada. A empresa creditará, na conta de março, o valor questionado. Diz ainda que entrou em contato com a cliente para os esclarecimentos necessários, lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados.Demora no serviçoLiguei para a TVA para cancelar a TV por assinatura, pois o meu apartamento foi vendido. Fiquei revoltada ao saber que, mesmo não utilizando o serviço, terei de pagar por um mês a mais. Funcionários disseram que só irão cancelar o serviço no dia 13/3. A quem recorrer? Vou pagar por algo que não utilizarei? Eles dizem que irão pegar o aparelho somente no dia 13/3, porém desde de fevereiro não estou mais morando nesse apartamento.GABRIELA TONISI PINTOSão PauloAdhelaine Marques, do Relacionamento com o Assinante TVA,informa que, em contato com a sra. Gabriela, esclareceu os procedimentos adotados para a rescisão de contrato e a entrega dos equipamentos. A assinatura foi cancelada.Desconto parcelado Em dezembro meu marido adquiriu o Sem Parar na saída do Rodoanel, já que a empresa oferecia uma promoção de test-drive ou 30% de desconto na adesão. Ele optou pelo desconto, mas o período foi lançado como test drive, com cobrança de adesão total. Entrei em contato com o Sem Parar (o que é um teste de paciência pelo tempo que demoram para atender, isso quando atendem) e os funcionários falaram que não poderiam dar duas promoções para o mesmo cliente. Aleguei que não estava pedindo as duas promoções, apenas o que ele solicitou no contrato assinado. Depois de muita conversa, o atendente me disse que foram aprovados 20% de desconto, já que os 30% não eram mais possíveis, e que teria o desconto na próxima fatura. Recebi a fatura para o débito em 16/2 e veio sem desconto.SUZI MACHADO C. BEZERRA DA SILVASão PauloO gerente de Atendimento ao Cliente Sem Parar/Via Fácil, Bartolomeu Corrêa, informa que, em virtude de uma falha operacional, o desconto de 30% solicitado foi cadastrado como promoção Test Drive, gerando cobrança da taxa de adesão integral após os 30 dias de utilização. A empresa contatou a sra. Suzi para as devidas explicações e para informar sobre o ressarcimento dos valores em sua conta corrente.ConcessionáriasO prazo para a Concessionária Tebe instalar telefones de emergência a cada quilômetro, nas laterais das pistas, era até março de 2003, segundo o Edital de Licitação. Mas a Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) transferiu esse prazo para 2013. Pelo que conversei com o então secretário Estadual dos Transportes, Dario Lopes, nos idos de 2005, concluo que ao chegar em 2013 a Artesp fará alguma "alegação" de que esses telefones não são mais necessários, porque os telefones celulares dos usuários cobririam essa necessidade. Assim sendo, mais esse item contratual não será cumprido pela concessionária, a exemplo de dezenas de outros, graças às manobras praticadas pela própria Artesp em favor das concessionárias e em detrimento ao usuário.ORIVALDO TENORIO DE VASCONCELOS Monte Alto

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