Cartas

Nos arredores da USPA situação de segurança nos arredores do campus da Universidade de São Paulo (USP) é insustentável. A região da Vila Indiana abriga inúmeras repúblicas e pensões de estudantes, pois fica próxima ao portão de pedestres que dá acesso à universidade. A grande movimentação de estudantes atrai assaltantes. Muitos são menores de idade que roubam mochilas, celulares, notebooks, etc. Toda semana, alunos da unidade de ensino em que estudo são vítimas desses "pequenos furtos". Algumas das vítimas foram agredidas, uma delas machucada com uma faca de cozinha. Sabe-se que não cabe às autoridades da USP garantir a segurança fora do campus, mas creio que eles deveriam zelar pela integridade dos alunos. Faz-se necessária, e solicitamos em caráter de urgência, uma viatura da Polícia Militar na área.MALENA D?ELIASão PauloA Assessoria da Polícia Militar informa que em seu planejamento operacional procura analisar os indicadores criminais de modo a identificar áreas de interesse de segurança pública e direcionar os recursos humanos e materiais de maneira eficiente e eficaz. Explica que a 2.ª Companhia do 16.º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (16.º BPMM) faz radiopatrulhamento, policiamento comunitário, de trânsito, policiamentointegrado, Ronda Escolar, Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas e Força Tática na região. Informa que a população também pode auxiliar por meio do Disque PM (0800-0555190), do Disque Denúncia (181), do Fale Conosco (www.polmil.sp.gov.br) e, em caso de emergência, pelo telefone 190. Descontos em benefícioSou aposentado do INSS. Desde dezembro, estão sendo descontadas de meu benefício parcelas correspondentes à "consignação" nos seguintes valores: dezembro, R$ 1.088; janeiro, R$ 535; e fevereiro; R$ 677. Não tendo feito operação alguma de crédito consignado, sou levado a imaginar duas hipóteses: 1) engano do INSS, caso em que, informado, o instituto deverá repor os descontos indevidos; 2) alguém está lesando aposentados por meio do INSS (já que o instituto está fazendo o desconto diretamente no extrato de benefício). Nesse caso, além de repor os descontos indevidos, cabe ao INSS identificar e processar os responsáveis. Recorro a este jornal na expectativa de prontos esclarecimentos, preocupado com a possibilidade de que outros aposentados ou pensionistas do INSS estejam sujeitos aos mesmos problemas.ARI SCHNEIDERSão PauloMagali Leme, da Assessoria de Comunicação Social do INSS-SP, esclarece que o desconto no benefício do segurado se trata de um acerto de contas referente à revisão do Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM). Isso porque o sr. Schneider recebeu diferenças em duplicidade pela via judicial e administrativamente, por meio de acordo com o INSS.O valor recebido a mais pelo segurado está sendo descontado em 30 parcelas desde o mês de novembro de 2008. O leitor contesta: Isso é um completo delírio, já que nunca processei o INSS e, portanto, não posso ter recebido por via judicial. Como existe mesmo um processo, alguém deve ter processado o INSS e recebido em meu nome. Cobrança indevidaHá 4 meses estou tento problemas com a Telefônica. Não possuo Speedy, mas a Telefônicainsiste em cobrar pelo serviço. Já liguei várias vezes na Central de Relacionamento da Telefônica, mas não adiantou nada. A Telefonica liga em casa falando que o nome da minha mãe vai para o SPC e não consigo fazer ligação telefônica em casa. Realmente não sei mais o que fazer, eu quero resolver esse problema, mas não consigo.ROGÉRIO PEREIRA DA SILVABragança PaulistaA Assessoria de Imprensa da Telefônica informa que a linha do sr. Silva foi religada e o serviço cancelado, sem ônus para o cliente.Esclarecimento: A Assessoria de Comunicação da Controlar informa que, em resposta à carta do leitor Carlos Alberto Bandeira Berea, E agora? (8/3), não cabe à Controlar a realização do reembolso da tarifa de inspeção ambiental veicular e, ainda, em nenhum momento a empresa encaminhou e-mail ao leitor com o teor citado, porque a devolução do valor da tarifa é uma atribuição da Prefeitura do Município de São Paulo, conforme a Lei 14.717/2008. Destaca que a função da empresa é a realização da inspeção e não a devolução da tarifa. A Controlar não tem acesso a dados como as pendências com o Município citadas pelo leitor. MARISA DE FRANÇA, assessora de Comunicação da Controlar

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