Cartas

Renovação ''automática''Em outubro de 2008, solicitei o cancelamento da assinatura da SKY e fui atendido. Em janeiro deste ano, propuseram-me voltar a ser assinante, mas não quis, em razão de já possuir, àquela altura, contrato com outra operadora de sinal. Em fevereiro recebi cobrança no valor de R$ 107,90 e, entrando em contato por telefone, fui informado de que haviam deliberadamente concedido assinatura promocional por três meses, e que após esse período eu deveria me pronunciar para o cancelamento da promoção, caso contrário teria minha antiga assinatura automaticamente renovada, pela qual deveria pagar o valor ora cobrado. Diante da minha pronta indignação, o atendente informou se tratar de erro do sistema e pediu para desconsiderar a cobrança então recebida. Pois bem, em março recebi novo boleto e eu gostaria de saber como fazer para resolver definitivamente esse problema, pois acho um absurdo ser cobrado por um serviço que não pedi e me recuso a ter de enfrentar os costumeiros problemas de demora e mau atendimento do call center, como bem é do conhecimento de todos os consumidores. São horas ao telefone tentando solucionar um problema ocasionado pela falta de organização da empresa. FERNANDO CALVETSão PauloO vice-presidente de clientes da SKY, Vito Chiarella, esclarece que um dos objetivos da empresa é atender todos os clientes o mais prontamente possível. A SKY pede desculpas pelo transtorno causado. Um funcionário entrou em contato com o sr. Calvet e informou que a assinatura está cancelada e não há saldo devedor. Rua perigosaMoro na Rua Cônego Antônio Manzi, no Itaim Paulista, e nos meados de fevereiro colocaram uma base para montar uma lombada eletrônica no meio do asfalto. O lugar é muito perigoso e os moradores pediam há tempos essa lombada. Infelizmente, não finalizaram o serviço e o local está mal sinalizado. Nesse período aconteceram três acidentes e, num deles, houve duas vítimas fatais. Peço que a CET conclua a obra ou melhore a sinalização do local. ORLANDO S. ARAÚJO CABRALSão PauloMaria Tereza Garcia, do Departamento de Imprensa da CET, esclarece que o local está em fase final de instalação de barreira eletrônica e está devidamente sinalizado com supercones nas extremidades. Informa que, para deixar viável a construção do equipamento de fiscalização eletrônica, a CET construiu uma ilha central na rua no mesmo lugar onde anteriormente existia uma canalização central marcada apenas por sinalização de solo, que era frequentemente desobedecida pelos motoristas que a usavam como uma faixa de rolamento para fazer ultrapassagem proibida. Informou que a conclusão da obra está prevista para hoje.Extravio nos CorreiosComprei um livro didático que foi despachado em 28 de janeiro e ainda não o recebi. A empresa que fez a venda já registrara uma ocorrência nos Correios e disse que só devolverá o dinheiro quando os Correios confirmarem o extravio. As aulas já começaram e minha filha tem de frequentá-las sem o livro. SILVANA SCHULTZESão PauloO diretor regional dos Correios da Regional Metropolitana de São Paulo, José Furian Filho, informa que não localizaram o objeto no fluxo postal e providenciará a indenização prevista ao remetente.Obstáculos na viaMoro na Avenida Padre Pereira de Andrade, no bairro Boaçava. Construíram canteiros nas esquinas do lado par que, além de desnecessários, dificultam a conversão dos carros à esquerda nessas ruas de mão dupla, trazendo riscos aos motoristas. Qual é a razão para tal investimento, já que faltam lixeiras, além do estado precário de algumas calçadas, do asfalto e da iluminação do local? Seria só para dificultar o acesso dos carros de quem não mora na região?ELINÉIA DALLA VECCHIA GARCIASão PauloO secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, diz que as obras fazem parte do Programa Comunidade Protegida da CET, foi autorizado pela Subprefeitura de Pinheiros e as intervenções foram feitas de acordo com um termo de cooperação, pela Sociedade Amigos do Bairro City Boaçava - sem custos para o Município. Informa que o objetivo é restabelecer o sistema de circulação de veículos com velocidade moderada, já que as regras originais do loteamento e da lei de zoneamento do local determinam que a área é de tráfego residencial. Diz que a obra não privilegia ninguém, a não ser o pedestre, que tem prioridade de circulação, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

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