Cartas

Problemas no agendamentoPor que será que sempre São Paulo paga mais tributos do que as outras cidades? ICMS, taxa de lixo, energia elétrica, água, IPTU com valores altos. Agora é a taxa de vistoria de veículos. Será que apenas São Paulo polui o meio ambiente? Já não basta sermos punidos com o rodízio, que não resolveu coisa alguma, ainda temos de pagar uma taxa no período em que a Prefeitura nos permite para ter o direito de utilizar nossos carros? Eu paguei a nova e malfadada taxa de inspeção ambiental veicular no dia 11 de fevereiro, em meu banco.Tenho os comprovantes. Mas até o dia 25 de março, após dias de insistentes ligações, e-mails, fax, sempre seguindo orientações da própria Controlar - acesso duas vezes por dia o site da empresa -, não havia recebido autorização para agendar a vistoria. Querem morrer de rir? Ouçam a maior piada do ano: na última ligação que fiz o atendente sugeriu que eu pagasse novamente a taxa, para ter o direito de arriscar novamente meu agendamento, e depois recorrer quanto da primeira taxa recolhida no banco.RENATO JADONSão PauloA assessora de Comunicação da empresa Controlar, Marisa de França, esclarece que o pagamento da tarifa realizado pelo sr. Jadon, segundo a instituição financeira em que o leitor fez o pagamento, apresentou inconsistência no código de barras e erro de digitação no número do Renavan, por issoo pagamento ficou retido no banco e somente foi efetivado a favor da Controlar em 3 de abril. Ressalta que o equívoco foi da instituição financeira. A Controlar informa que o veículo do leitor está liberado para a realização da inspeção.Vagas especiaisPouco adianta a criação de mais vagas de estacionamento, novos selos, placas, etc., para indicar que em determinados locais há "vagas especiais" (Kassab promete mais vagas especiais na rua, 3/4, C1). O hábito dos motoristas em São Paulo, e pelo Brasil afora, é ignorar o fato. É muito comum o agressivo hábito brasileiro de se aproveitar das vagas especiais "por um minutinho". Acredito que não somente as leis, mas campanhas educativas podem mudar tal hábito. EDUARDO PELLIZARISão PauloDescaso da EstaparAté hoje não recebi sequer um telefonema da Estapar sobre o problema que tive no estabelecimento da Rua Ibiapinópolis, Pinheiros, onde deixei meu carro por volta das 12h30, no dia 1.º de fevereiro. Ao regressar às 17 horas, meu veículo estava estacionado em outra vaga, com as portas abertas e com pedras e papéis jogados em seu interior. O funcionário agiu como se nada tivesse acontecido. Ao ser questionado, ficou nervoso, correu para limpá-lo e disse que "nada de importante havia ocorrido". Exigi explicações. Ele informou que meu carro bloqueou a saída de outro veículo e que, por isso, chamou um chaveiro para abri-lo e empurrá-lo. Como ele estava muito ocupado, acabou deixando meu carro com esse indivíduo. Percebi que o espelho retrovisor fora mexido e estava arranhado. O funcionário respondeu que o usaram para empurrar o automóvel e que não enxergava nenhum arranhão. Empurraram o carro pelo espelho? Quando liguei para a polícia para pedir orientação, o funcionário ficou histérico. Perguntou se eu queria o dinheiro de volta para esquecer o caso. Quero e exijo mais que R$ 7. Quero que consertem o espelho numa concessionária autorizada!MARTA MAITE SEVILLANOSão PauloA Estapar não respondeu.Faixa reversívelGostaria de saber por que todos os dias, às 7 horas, quando passo debaixo do Viaduto Glicério para usar a faixa reversível em direção ao centro, ela nunca está aberta. O trânsito fica muito lento nesse horário, causando transtornos. A placa diz que o horário é das 6 às 9 horas. Será que a CET poderia me responder? VERA CECILIA P. A. NOGUEIRA PERRONISão PauloAdele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, informa que o acesso à Ligação Leste-Oeste deve ser feito pela rampa de acesso à ligação e não pela faixa reversível - que é montada diariamente pela CET no corredor da Radial Leste para melhorar as condições de fluidez do trânsito. A faixa reversível é aberta a partir das 6 horas, estendendo às proximidades da Avenida Aricanduva até a região do Glicério. O acesso à faixa no ponto citado pela leitora, acrescenta, só é liberado quando a Engenharia de Campo da CET detecta alguma anormalidade no trânsito, pois o fluxo de veículos, oriundo da Rua Teixeira Leite, quando introduzido na faixa reversível, acaba causando perda de rendimento ao longo da Avenida Radial Leste, gerando lentidão.

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