Cartas

Sem portabilidade numéricaDesde 5 de março estou tento transferir dois números de telefone da Telefônica de São Paulo para a Embratel (combo com a NET) na cidade de Jundiaí (ambas com DDD 011). O pedido foi feito pela NET. A justificativa para a demora foi de que a Telefônica tem o prazo de até 10 dias para transferir as linhas. A empresa informou ainda que elas ficariam 48 horas desativadas antes da mudança. Enfim, prometeu o serviço para 72 horas (já vencidas). A última desculpa que deram é de que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é que libera cada caso e "ela está demorando". Em fevereiro, li uma reportagem no Estado que informava que o prazo máximo para transferência era de 5 dias, com interrupção das linhas no máximo por 2 horas. SILVIA R. DE VASCONCELLOSJundiaí Fernanda Piccablotto, da Gestão de Clientes da NET São Paulo, esclarece que entrou em contato com a sra. Silvia para prestar esclarecimentos sobre os procedimentos da empresa referentes à portabilidade. A leitora comenta: Na Telefônica constava transferência de portabilidade agendada para o dia 6 de abril. No dia 7, a atendente da NET informou que era impossível fazer a transferência, dentro do DDD 011, de um município para outro. A norma sobre isso está no site da Anatel. Mas a sugestão inicial para fazer a portabilidade foi da própria Telefônica, quando me informei com a empresa sobre a mudança de cidade e sobre algum serviço para encaminhar ligações. O surpreendente é que nem a Telefônica nem a NET-Embratel recusaram meu pedido de portabilidade quando o solicitei.Acúmulo de lixoA cada dia que passa fico mais envergonhada com o excesso de sujeira no bairro da Lapa, principalmente nas imediações do Mercado Municipal, na Estação de Metrô e na Lapa de Baixo. Na Rua 12 de Outubro há um enorme acúmulo de lixo. A nova administração da subprefeitura, pelo visto, não está fazendo nada. A cada dia a situação fica pior. Pergunto-me: como pode o lixeiro passar dia sim e dia não com tanto lixo no local? Como pode a subprefeitura não tomar nenhuma providência? Como exigir do povo limpeza, se a própria Prefeitura não dá o exemplo? Na Rua William Speers deveria haver cestos grandes para acomodar os sacos que são jogados no chão. Será que, se o lixeiro passasse todos os dias, as ruas não ficariam mais limpas? Outra reclamação é em relação aos caminhões que ficam parados nessa rua, dificultando a visibilidade dos pedestres e motoristas.VALÉRIA ZANBINISão PauloA Subprefeitura da Lapa não respondeu.Terrenos abandonadosO que vai ser feito dos terrenos do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (Ipesp) em Palmas do Tremembé, na zona norte? Trata-se de uma área enorme, com cerca de 11 propriedades. Hoje o local está completamente abandonado e alguns desses terrenos estão lotados de lixo, pondo em risco tanto a saúde quanto a segurança da população. MILTON DE ABREU CAVALCANTESão PauloElke Mendonça, da Comunicação da São Paulo Previdência (SPPrev), informa que o Ipesp jáiniciou o processo de licitação para todos os seus terrenos, pois só pode contratar serviços por esse meio. Somente após essa etapa, diz, é que se iniciará a restauração de calçadas, muros, colocação de portões, limpeza e remoção de entulho e lixo. Esclarece que os terrenos do Tucuruvi já estão em processo de elaboração de planilha de custo. E acrescenta que, após esse procedimento, serão encaminhados para a Consultoria Jurídica da Secretaria da Fazenda para análise do edital. Informa que o pregão será realizado aproximadamente em 30 de abril de 2009. Esclarecimento: Sobre a carta Critério para bônus (13/4), a Secretaria de Estado da Educação esclarece que o bônus por desempenho premia os funcionários de escolas que evoluíram de um ano para o outro. Infelizmente a Escola Dom Pedro Villas-Boas regrediu. Se tivesse qualquer evolução, sem mesmo chegar à meta, seus funcionários teriam recebido o bônus. Esclarece que o bônus aos servidores da Educação chegou a 2,9 salários mensais e que se trata de critério justo, que premia a evolução na aprendizagem dos alunos. Informa não ser verdade que os professores de Educação de Jovens e Adultos (EJA) ficaram sem bônus. As regras são as mesmas e o pagamento varia de acordo com a evolução do ciclo na escola em que o professor atua. DANILO VICENTE, coordenador de Comunicação/Imprensa da Secretaria de Estado da Educação

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