Cartas

Hospital públicoNo dia 3, fui ao Hospital Geral Pedreira, às 3h40. Aguardei 1h20 para um ortopedista me atender. Tive de suportar o mau humor do médico, que não fez uma avaliação correta. Ele me encaminhou ao setor de raio X e, após o exame ter sido feito, aguardei mais 40 minutos até obter a resposta que deveria esperar até as 7 horas porque haveria troca do plantão médico. O recepcionista que me atendeu, sempre muito educado, teve de falar com o médico várias vezes até que ele me atendesse. Quando fui embora, percebi que outros pacientes também eram desprezados. Fui embora sentindo dor após suportá-la por horas e sem saber se tinha alguma fratura ou não. Questiono a falta de atenção e as horas de espera se o hospital estava vazio. É por esse motivo que a saúde pública do Brasil continua sempre a desejar e ninguém faz nada para melhorar.ROSEMARY PENHA DE BARROSSão PauloA Secretaria de Estado da Saúde esclarece que a paciente deu entrada no Hospital Geral Pedreira com queixas de dores no tórax e disse que sofrera uma queda duas semanas antes. Diz que a atenderam 15 minutos após abrir a ficha na unidade, que ela passou por avaliação médica e foi imediatamente encaminhada para fazerem um raio X. Acrescenta que às 6 horas, todos os exames já estavam prontos e que a avaliação médica apontou que a paciente não tinha nenhuma fratura, portanto, receberia alta ortopédica. Informa que quando a chamaram para o retorno, nesse horário, ela não estava mais na unidade. Ressalta que os casos mais graves sempre são priorizados, porém, em nenhum momento houve falta de atendimento ou descaso por parte médica. Ônibus e trânsitoNo Shopping Cidade Jardim, há um ponto de ônibus espaçoso com recuo amplo que acomoda dois ou três ônibus fora das pistas da via local da Marginal do Pinheiros. Mas os motoristas dos ônibus do Consórcio 7, até mesmo os dos ônibus articulados, ignoram esse recuo e estacionam na pista da direita da via local. Além de prejudicar o tráfego, eles colocam em risco aqueles que, logo à frente, viram à direita para entrar no shopping. Já reclamei na SPTrans duas vezes e também registrei uma denúncia. Nada mudou e os fiscais da CET preferem ficar a 200 metros do local conversando ao ar livre. MARCO BIANCHISão PauloMarco Siqueira Assessoria de Comunicação Social da SPTrans esclarece que circulam no local nove linhas de ônibus e que a parada é fiscalizada pelos agentes da SPTrans. Diz que se o problema for comprovado, as empresas serão multadas e os motoristas serão orientados para que ocupem o espaço determinado da baia, para minimizar o impacto ao tráfego das demais faixas da Marginal do Pinheiros naquela região.Falta atendimentoGostaria de divulgar a luta dos pacientes que sofrem de várias doenças endocrinológicas para que haja a reativação dos tratamentos desse setor no Hospital Brigadeiro. O Ministério Público e a Defensoria Pública protocolaram no dia 7 uma ação conjunta contra a Secretaria da Saúde de São Paulo em favor dos pacientes.MARCO ANTONIO SANTOS QUEIROZ São PauloA Secretaria de Estado da Saúde esclarece que o Hospital Brigadeiro passa por uma reforma de ampliação, mas que, apesar disso, nenhum paciente deixou de receber atendimento. Informa que todos os pacientes do ambulatório de endocrinologia foram transferidos para outras unidades de referência, sem a interrupção do tratamento.Ação policialA resposta da assessoria da Polícia Militar à queixa do leitor Sidney Goveia (Assaltos na USP, do dia 18) confirma a queixa que faço. Além de ter ignorado o item em que o cidadão reclama da resposta da atendente que disse desconhecer onde fica a Rua Corinto, só faltou dizer à população de São Paulo que não saia de casa e que contrate guarda-costas. Em vez de gastar 31 linhas do melhor meio de reivindicação dos paulistanos com evasivas, poderiam ter respondido "vamos policiar o local".CACALO KFOURISão PauloPerigo no céuNo dia 19, caiu um balão ainda aceso em uma cobertura atrás da rua onde moro, a Ministro Godoy, em Perdizes. Chamaram o Corpo dos Bombeiros para apagá-lo e retirá-lo do local. Um outro balão de grande porte caiu apagado em cima da copa das árvores do Parque da Água Branca. E se ele estivesse aceso? Soltar balões é um perigo à sociedade e ao meio ambiente!MARTA HEPNER TKACZSão Paulo

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.