Cartas

Crime ambientalO absurdo ronda a vida de 350 famílias em São Paulo desde novembro de 2008. A construtora Setin, responsável pelo Condomínio Iepe Golf, na zona sul da capital, cometeu crime ambiental ao remover, sem autorização, árvores que faziam parte da mata nativa do terreno onde seis torres de apartamentos foram erguidas e terminadas em novembro. Na solicitação do Habite-se, documento que permite a ocupação regular do imóvel por seus proprietários, foram descobertas as irregularidades cometidas por essa construtora. Por isso, os moradores não terão acesso às chaves das unidades até que essa pendência esteja resolvida. Como o problema se arrasta até hoje, os proprietários dos apartamentos estão sendo prejudicados financeira e moralmente, já que suas famílias não têm nada que ver com essa celeuma entre a construtora e a Prefeitura ou com o órgão que emite o Habite-se. É justo que centenas de pessoas que pagaram antecipadamente ou financiaram a compra do imóvel não possam tomar posse de algo que é seu? EDUARDO BARRETOSão PauloMônica Ribeiro, da Assessoria de Comunicação da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA), informa que em 3 de março a empresa solicitou o Termo de Recebimento Parcial do Termo de Compromisso Ambiental, com direito ao Habite-se, e o retirou no mesmo dia. Explica que o termo foi parcial porque a empresa cometeu um crime ambiental ao cortar sem autorização 112 árvores. Diz que a SVMA firmou com a empresa um Termo de Ajustamento de Conduta e que ela se comprometeu a compensar o dano ambiental.Segurança em vooNo dia 30 de março voei de Madri a São Paulo pela TAM. Fiz o check-in com antecedência e consegui marcar meu assento na saída de emergência. A TAM mudou duas vezes o portão de embarque sem dar informações precisas e eu tive de auxiliar um casal de idosos que ficaram perdidos. Ao embarcar, vi que eles sentaram nos assentos da saída de emergência, mesmo sem condições de auxiliar os comissários e os passageiros numa situação real de emergência. Sou agente de viagens e prezo pelos procedimentos de segurança. Informei tudo o que ocorrera para a comissária de bordo. Em alguns minutos três comissários e o despachante local da TAM em Madri foram até meu assento perguntando se eu estava incomodada. Como falaram alto, senti-me constrangida. Sempre tive problemas em marcar aquele assento, pois a TAM afirma que é um assento que requer responsabilidade, por isso é preciso que nele sentem pessoas que possam ajudar em emergências. Uma comissária disse que não havia necessidade de mudá-los de lugar porque são os comissários que fazem tudo. As pessoas ao redor me olhavam como se eu fosse uma pessoa que quisesse criar problemas.ELAINE DUARTE PINHEIROSão PauloCarla Dieguez, gerente de Relações com Imprensa da TAM Linhas Aéreas, esclarece que, por medidas de segurança, as saídas de emergência não podem ser ocupadas por crianças, pessoas com dificuldade de locomoção, estrangeiros e idosos. Diz que os funcionários são treinados para avaliar se os passageiros acomodados na saída de emergência apresentam condições para ocupar esses assentos sem prejudicar a segurança de voo. Durante a viagem da sra. Elaine, os dois passageiros mencionados por ela aceitaram trocar de lugar, após análise da situação, e outros clientes foram acomodados nessas poltronas localizadas na saída de emergência. Acrescenta que os portões de embarque ficam a cargo da Aeropuertos Españoles y Navegación Aérea (Aena), dentro do aeroporto, eo portão apresentado no cartão da sra. Elaine foi o mesmo utilizado para o embarque dos passageiros no avião. A leitora comenta que os comissários estavam despreparados para conduzir o problema e acredita que a TAM lhe deve um pedido de desculpas. Trapalhadas da NETEm 31 de março, dois funcionários da NET fizeram uma instalação por meio da caixa de entrada de minha linha telefônica, só que a desligaram. Desde aquela data peço à NET o reparo. O último dos vários protocolos de queixas feitos foi em 15 de abril. Para cada visita não realizada , perdi meu tempo à disposição da incompetência, ineficiência e falta de respeito ao cliente da NET.ROSANNA CASOLISão PauloFernanda Piccablotto, da Gestão de Clientes da NET São Paulo, esclarece que entrou em contato com a leitora em 24 de abril e que o problema foi solucionado.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.