Cartas

Demora para entrega de carroParticipamos de um evento no Grand Hyatt no dia 27 de abril e, no final, fomos os primeiros a entregar o tíquete do estacionamento para os manobristas. Logo se formou uma longa fila de espera. Assistimos a um verdadeiro desfile de grifes como Maserati, Jaguar, BMW, etc., com pessoas bem atrás de nós indo embora nos seus carrões, e nós, esperando. Acabado o "desfile", começaram a surgir os carros comuns e, finalmente, o nosso apareceu. Ficou evidente que os carros mais simples foram colocados em lugares separado s e entregues só quando os demais haviam ido embora. É um absurdo tal discriminação promovida por umaempresa como o Hyatt. VERACI STREETSão PauloO Grand Hyatt São Paulo esclarece que: a Estapar, concessionária do estacionamento do hotel, disponibilizou 50 manobristas e 4 supervisores para a noite do dia 27, quando o hotel teve dois eventos; um para 500 pessoas, outro para 250 pessoas; e não foi registrada nenhuma reclamação no dia. A ocupação das vagas na garagem segue a ordem de chegada dos carros; os primeiros ficam mais no fundo do estacionamento e, por isso, pode ocorrer de alguns carros demorarem mais para serem retirados. No dia havia muitos motoristas particulares esperando pelos convidados. Os motoristas particulares (cerca de 80, naquela noite) estacionaram os veículos fora do hotel, porém, embarcavam seus passageiros no mesmo local onde os manobristas deixavam os carros dos clientes, o que pode ter dado a impressão de favorecimento. As únicas prioridades são para idosos e passageiros com necessidades especiais.Psiu a favor das igrejasÀ pedido de igrejas, a Câmara dos Vereadores pretende abrandar a lei do Psiu. Se a lamentável iniciativa de alguns vereadores de São Paulo for adiante, a Câmara paulistana estará prestando um grande desserviço à coletividade. Não vejo razão lógica e jurídica para suavizar punições de quem quer que seja pela produção de barulho excessivo. Isso ofende o bom senso e a razoabilidade. Afinal, todos são iguais perante a lei e, se alguém é punido pelo excesso de barulho, todos que estiverem em igualdade de condições também devem responder pela mesma punição. Prefiro acreditar que a única explicação para tal sandice esteja relacionada com o fato de que os nobres vereadores não residam nas imediações dos responsáveis por esse mesmo barulho. No caso específico das igrejas evangélicas, a realidade é perversa. Constitui fato notório que tais templos produzem, normalmente, um volume insuportável de barulho, sem trégua para seus infelizes e desprotegidos vizinhos. Isso sem contar a insegurança desses templos, como já é do conhecimento geral. Agora com o abrandamento das punições pelo distúrbio de som, a única solução será adotar aquela velha expressão: os incomodados que se mudem. Para piorar, frise-se que a proliferação dessas igrejas é impressionante. Apenas a título exemplificativo, na Rua Ernest Renan, na região de Paraisópolis, no pequeno trecho compreendido entre as Ruas Francisco Tomas de Carvalho e Clementinne Brenne, várias igrejas, algumas clandestinas, estão instaladas produzindo imenso barulho, sem nenhuma proteção, não permitindo que seus vizinhos possam usufruir do sagrado direito ao descanso. Enfim, só mais um triste episódio das peculiaridades do nosso País. FRANCISCO ANTONIO BIANCO NETOSão PauloRegras se mala for violadaViajei para Nova York em 23 de abril e retornei no dia 27 do mesmo mês no vôo JJ 8083 da TAM. Em casa, percebi que minha mala havia sido violada. Não pela Polícia Federal, pois ela faz uma notificação quando abre as malas - o que já ocorreu comigo antes, sem problemas. Dessa vez notei que 15 itens que eu trouxe para uso pessoal, como perfumes, cremes, detergentes e shampoos, foram roubados. Entrei em contato com a Infraero que diz que não pode fazer nada a respeito, pois eu já havia retirado as malas do aeroporto. Ou seja, minha reclamação não foi ouvida e parece ser um fato que sempre ocorre. Nós passageiros estamos sujeitos a essa modalidade de crime e não temos a quem recorrer. Não estou pedindo ressarcimento dos objetos, e sim que tomem providências.FERNANDA MEGULIANOSão PauloCarla Dieguez, gerente de Relações com Imprensa da TAM, informa que não é possível iniciar processo de indenização da sra. Fernanda sem que tenha sido aberto um Relatório de Irregularidade de Bagagem logo após o desembarque. Explica que é recomendado que o passageiro que detecta algum dano em suas malas procure um funcionário da companhia no aeroporto, na área do desembarque, para preenchimento do relatório.

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