Cartas

Quebra de contrato?Sou assinante do serviço de telefonia fixa e internet banda larga (Speedy) da Telefônica. Como foi amplamente divulgado, os clientes Speedy permaneceram sem conexão por diversos dias consecutivos. Não bastasse isso, eu nem sequer consegui ser atendido pela central de relacionamento, 10315, para registrar uma reclamação, mesmo tendo de permanecer por aproximadamente 30 minutos na linha, apenas ouvindo diversas músicas. Diante de tal desrespeito, solicitei o cancelamento do serviço de internet, bem como o de telefonia fixa. Para isso, a atendente disse que seriam cobrados R$ 290, referentes à quebra de fidelização do serviço. Ora, tal fidelização requer respeito mútuo entre cliente e empresa, bem como uma prestação de serviço minimamente adequada, como não deixar o cliente por diversos dias sem conexão e atender às reclamações dos consumidores. Não bastasse esse péssimo serviço da Telefônica, a empresa quer cobrar multa por quebra de contrato de um serviço que não funciona. Como consumidor, quero a isenção do valor referente à quebra de fidelização, pois paguei todas as mensalidades em dia e, em contrapartida, fui desrespeitado. LUIS FABIANO DOS SANTOS São PauloA Telefônica informa que atendeu à solicitação do sr. Santos, sem ônus financeiros para o cliente. A empresa lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados. Para outros esclarecimentos, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento, ligando para o 10315 (ligação gratuita). Este serviço funciona 24 horas, durante os sete dias da semana.Emergência em parqueNo dia 10 um senhor teve uma parada cardíaca no Parque Ibirapuera e a ambulância não apareceu. Depois de 15 minutos chegou uma viatura da guarda municipal que o conduziu a um hospital. Fui informada de que existiam duas ambulâncias no parque, mas o médico plantonista havia faltado. MAYRA OLIVA ARY São PauloCamila Moreti, da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, informa que na data as duas ambulâncias haviam sido acionadas para remover frequentadores acidentados a dois hospitais e só retornaram às 12h40. Diante da situação, a Guarda Civil Metropolitana (CGM) foi acionada para atender à emergência. Segundo relatório da GCM, o senhor teve parada cardíaca às 12h15, mesmo período em que as duas ambulâncias atendiam a outras emergências.Taxa de vale-transportePor que a SPTrans cobra R$ 1,50 como tarifa bancária para prestar o serviço de vale-transporte?MAURO RIBEIRO GAMEROSão PauloMarco Siqueira, da Assessoria de Comunicação Social da SPTrans, esclarece que a cobrança de R$ 1,50 é feita pelo banco para a transação dos créditos e não fica com a SPTrans.Os empregadores têm três opções para a compra de créditos de vale-transporte nas lojas da Rua Augusta, n.º 449, da Rua Frederico Abranches, n.º 168/172 e da Rua Barão do Rio Branco, n.º 182/192), de segunda a sexta-feira, das 8 horas às 16h30; pelo www.sptrans.com.br; ou com empresas credenciadas. Não há nenhuma cobrança extra nas lojas da SPTrans, basta o usuário levar os cartões dos empregados para que sejam carregados. Esclarecimento: Em referência à carta da sra. Heloiza A. Martinez, Perigo em Campos (16/5), a Assessoria de Imprensa da prefeitura de Campos do Jordão informa que a responsabilidade da segurança compete ao governo estadual, mas a prefeitura já enviou vários pedidos ao governo solicitando melhorias na segurança pública da cidade. Ao contrário do que a leitora sugere, a geografia da cidade não favorece em nada o seu controle. Há inúmeras casas de alto padrão localizadas em regiões remotas da cidade e trilhas e estradas que ligam todas as áreas "rurais" de Campos do Jordão. Até o final de junho funcionarão 32 câmeras de vigilância, instaladas em toda a cidade, de acordo com estudos da Polícia Militar, e deve ser aumentado o efetivo policial fora da temporada de inverno.A leitora responde: Sei perfeitamente que o problema de segurança é nacional, assim como a saúde, a educação e outros, afinal, moro no Brasil e sou bem informada. De quem é a culpa? Minha tenho certeza de que não é, faço a minha parte, pago impostos e muitos, por sinal. Se fazem vista grossa enquanto os problemas são pequenos, deixando-os tornarem-se grandes, é isso mesmo que acontece, ficam de difícil solução. O cidadão tem o dever e a obrigação de cobrar resultados. HELOIZA A. MARTINEZ

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