Cartas

Problemas com a TelefônicaNo início de abril recebi um kit Speedy que não solicitei à Telefônica. No dia 8, depois de várias tentativas de contato, consegui pedir o cancelamento desse serviço. A atendente deu o número de protocolo e disse que foi um lamentável equívoco, mas já estava resolvido. Contudo, no dia 13 de maio recebi a fatura de minha linha telefônica com a cobrança do serviço de Speedy. Tentei mandar um e-mail para a Ouvidoria da Telefônica, entretanto, o serviço está indisponível. Telefonei para a central de atendimento para pedir o telefone da Ouvidoria. Porém, o número sempre dá sinal de ocupado. Solicito a ajuda do jornal para que o problema seja resolvido. Peço à Telefônica que estorne os valores cobrados a mais na próxima fatura e, se possível, a envie em prazo hábil para pagá-la. RENATO TOKIHARU ISSATUGO São PauloA Telefônica informa que enviou a segunda via da conta de maio para o leitor sr. Renato Tokiharu Issatugo com os ajustes necessários e prorrogação da data de vencimento. A empresa diz que entrou em contato para dar esclarecimentos, lamentar e pedir desculpas pelos transtornos causados. O leitor confirmou que sua esposa tinha recebido um telefonema de uma funcionária da assessoria de imprensa da Telefônica. Mas, até o fechamento da coluna, o leitor não recebeu a fatura que vencerá no dia 5. O sr. Issatugo informou que consultou a fatura pelo site da empresa e constatou que agora os valores estão corretos. Se até a data do vencimento a cobrança não chegar em sua casa, ele pagará a fatura que está na internet.Vacinação contra gripeTenho asma grave crônica e, em 7 de maio, fui ao Posto SUS da Rua Serra de Jairé, na Água Rasa, para tomar a vacina contra gripe e pneumonia. Apesar de ter recebido uma recomendação médica e a Secretaria de Estado da Saúde ter liberado a vacina para pessoas com o meu diagnóstico, a enfermeira-chefe se negou a me vacinar alegando que o posto não tinha vacina contra pneumonia e somente pessoas com mais de 60 anos poderiam ser imunizadas contra a gripe (tenho 49 anos). Disse ainda que, se sobrassem vacinas, ela poderia analisar o meu caso. Recebo auxílio-doença equivalente a um salário mínimo e não tenho condições financeiras para pagar mais de R$ 100 pela vacina numa clínica particular. Sem a imunização poderei ter problemas neste inverno, e o custo para a rede pública de Saúde poderá ser maior com internações, exames e medicamentos do que com a vacina. O SUS, pelo 150, disse que não poderia fazer nada, mas que eu deveria ligar para a Secretaria da Saúde do Estado, que afirmou que eu deveria ter recebido a vacina e sugeriu que eu fizesse uma queixa na Ouvidoria, mas lá ninguém atende o telefone.MARIA JÚLIA MADUREIRA São PauloA Secretaria Municipal da Saúde esclarece que a Campanha de Vacinação contra gripe, iniciada em 25 de abril, teve suas duas primeiras semanas de atuação destinadas à imunização de pessoas com 60 anos ou mais. Por orientação do Ministério da Saúde, somente após 8 de maio os grupos de risco começaram a ser vacinados. Informa que a leitora sra. Maria Júlia Madureira, integrante de grupo de risco por ser asmática crônica, já recebeu as doses solicitadas da vacina contra gripe e pneumonia, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Água Rasa, na terceira semana da campanha.A leitora confirmou que foi vacinada no dia 26 de maio.Gasolina adulteradaNo dia 25 de maio, no caminho para Ilhabela, a gasolina do meu carro estava acabando e abasteci num posto da Rodovia dos Tamoios. Coloquei R$ 50 de combustível a um custo de R$ 2,60 o litro. Entre as cidades de Caraguatatuba e São José dos Campos, o carro começou a "soluçar" até quase "morrer". Como o tanque estava quase vazio, não há dúvidas de que a gasolina desse posto estava adulterada. Em Ilhabela completei o tanque de combustível num posto conhecido para tentar minimizar o problema. Porém, tinha tanta sujeira no tanque que o carro parou. Fiz uma denúncia na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Muitos dizem que essa denúncia não vai dar em nada.LUIZ ANHAIA MELLO São PauloA Agência Nacional do Petróleo esclarece que o Centro de Relações com o Consumidor da ANP (CRC) registrou a denúncia do sr. Mello em 1.º de junho e o leitor recebeu um número de protocolo, o qual poderá usar para fazer consultas. Explica que a denúncia será encaminhada à área de fiscalização da ANP para providências e que o leitor receberá um e-mail.

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