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Material didático A imprensa divulga reportagens sobre livros escolares com desenhos indecentes, textos pornográficos e palavrões, enfim, inapropriados, mas que foram entregues às crianças das escolas públicas do Estado de São Paulo. Contudo, creio que a Secretaria da Educação não sabe que há outros que não são apropriados para crianças. Tenho em mãos um livro que minha filha, de 10 anos e aluna da 5.ª série, recebeu da escola um livro chamado Memórias Inventadas - As Infâncias de Manoel de Barros da Editora Planeta do Brasil. Nele são usadas expressões de baixo calão como "c... de uma formiga" e "pegar na b...". Talvez o autor escutou essas palavras na sua infância, entretanto, acredito que essas expressões jamais deveriam estar em um livro de apoio para a faixa etária à qual se propôs.JATIACY FRANCISCO DA SILVASão PauloA Assessoria de Imprensa da Secretaria Estadual da Educação esclarece que a Secretaria mantém um programa de entrega de livros com o objetivo de estimular o hábito de leitura nas residências de todos os cerca de 5 milhões de estudantes da rede estadual. Em 2008, informa, foram entregues 21 títulos escolhidos por uma comissão de especialistas da Secretaria da Educação e das mais respeitadas universidades brasileiras. Pesquisas apontam que o desempenho escolar cresce quando há o hábito de leitura nos lares. Diz que, entre os livros entregues aos alunos, está o referido pelo leitor. Explica que o poeta brasileiro Manoel de Barros é um dos mais premiados da literatura nacional, que tem parte de suas obras voltada ao público infanto-juvenil, como esse volume. Burocracia negligenteCumpri com todo o procedimento necessário para mover um processo de separação. No dia 14 de maio fui ao Arquivo Geral do Tribunal de Justiça (TJ) situado na Rua dos Sorocabanos, Ipiranga, para ver o processo e solicitar uma cópia. No dia seguinte, pedi para o motoboy buscá-la, mas entregaram a ele a cópia de um processo que não era o meu. Ele esperou por duas horas pelo processo correto, depois uma funcionária pediu para que retornasse no dia 18 para buscá-lo. Mas até o dia 26, eles ainda não o haviam encontrado. LILIAN GOMES DE ALMEIDASão PauloA Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo esclarece que todos os procedimentos internos foram feitos normalmente. Explica que houve um equívoco quando os processos consultados voltaram à prateleira. Os autos da sra. Lílian foram dobrados para facilitar a consulta do processo de Separação Judicial Consensual e o processo de Separação de Corpos ficou embaixo. A inversão não foi observada e o arquivaram em uma prateleira de sequência numérica diferente. Um outro processo, com o mesmo número, oriundo da 3.ª Vara de Família e Sucessões do Foro Regional de Santo Amaro, também fora desarquivado e o atendente, inadvertidamente, o anexou ao comprovante de d. Lílian e o enviou para o setor de cópias, as quais foram entregues ao motoboy. Ao perceber o equívoco, explica, a diretora da unidade começou uma busca minuciosa em todos os processos que foram devolvidos do setor para rearquivamento do período do dia 14 de maio em diante, já que poderia estar "enroscado" em outro processo. Desceram cerca de 150 caixas por dia para essa busca, o que culminou com o interregno de tempo de 18 até 22 de maio. Hoje, naquele setor, é atendida uma média de 200 pessoas das, quais se originam 150 requisições diárias. O processo só foi localizado quando foi feita uma busca pelo nome das partes, o que ocorreu no dia 26. No dia seguinte as cópias foram entregues à sra. Lílian. A equipe de atendimento ao público do TJ foi retreinada e houve mudanças nos procedimentos do setor, inclusive trazendo este caso à reflexão, pois, a preocupação do setor é que os serviços sejam prestados dentro do prazo determinado pela Corregedoria Geral de Justiça. Segundo a Assessoria, educação e presteza são o norte das atividades do local e, por isso, pedem desculpas à leitora. Fretados liberadosO Estadão publicou que a Câmara libera Kassab para regular fretados (Metrópole, 4/6). Finalmente o bom senso prevaleceu entre os políticos, uma vez que ninguém é contra os fretados, mas contra os abusos praticados em seus percursos pela cidade: ultrapassagens em filas triplas, parada para descida e subida dos passageiros fora dos pontos demarcados para os ônibus urbanos o que pode ocasionar acidentes, entre outros. A regulamentação é simples, basta somente enquadrá-los às normas dos ônibus urbanos, criando uma isonomia entre os passageiros que utilizam o transporte público.ALVAREZ AGUILAR São Paulo

, O Estadao de S.Paulo

06 de junho de 2009 | 00h00

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