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Corredor de ônibusGostaria de saber se existe algum projeto em andamento para melhorar a situação do corredor de ônibus da Avenida Santo Amaro, no acesso à Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Os ônibus cruzam a pista, ignorando a existência de outros carros transitando ao redor, como se fossem do tamanho de motos. Será que esses motoristas e suas respectivas empresas já foram punidos alguma vez? Há 10 dias fiz uma reclamação na SP Trans com relação a esse problema , mas não obtive nenhuma resposta. PAULO RENATO NUNES CHANSão PauloMarco Siqueira da Assessoria de Comunicação Social da SPTrans esclarece que a SPTrans possui um projeto para melhorar a circulação naquele ponto do corredor Santo Amaro - Nove de Julho - Centro. Com a obra, o entrelaçamento dos ônibus será evitado na via, contribuindo para ganho de tempo nas viagens não somente dos ônibus, como também para os demais veículos. Responde que será construída uma nova parada no canteiro central exclusiva para os coletivos com destino à região central pelas Avenidas São Gabriel e Nove de Julho. O local será sinalizado e contará com acessibilidade para pessoas com problemas de mobilidade. O projeto já foi aprovado e agora está em processo de licitação. A obra tem previsão de ser concluída até o fim deste ano.O leitor comenta: Porém, o maior problema com os ônibus que cruzam a Avenida Santo Amaro em direção ao acesso à Avenida Brigadeiro Luis Antônio e Rua Joaquim Floriano. Acredito que a resposta da SP Trans não apresenta uma solução para o principal problema.Uma sugestão O Poder Executivo ou um vereador deveria fazer um projeto de lei para recuperar e a conservar as calçadas da capital. Se já existe, deveria cumpri-la. Isso teria custo zero já que cabe ao dono do imóvel conservá-las. Há milhares de calçadas irregulares na cidade causando risco aos pedestres. As subprefeituras poderiam notificar os proprietários e dar um prazo de 60 dias, prorrogável, para que façam o conserto. Não atendida a notificação, o Poder Público executaria a obra e cobraria pelo serviço. Se o débito não for pago, basta tomar as providências cabíveis. JOÃO ROCHAELSão PauloDanos por falta de luzNo meu prédio situado à Rua João Lourenço, Vila Nova Conceição, como eu alguns edifícios vizinhos falta energia constantemente. A última vez que isso ocorreu, ficamos sem luz por seis horas seguidas. Apesar das contas nunca terem chegado com desconto em função do não fornecimento assíduo, ainda temos de suportar faltas repentinas e constantes em que as luzes se apagam e, logo em seguida, acendem provocando danos aos equipamentos elétricos. O compressor de minha geladeira queimou por causa disso, como também outros eletrodomésticos de vizinhos. O problema existe há um tempo, mas a Eletropaulo não faz nada a respeito. FRANCISCO FREITAS MENDESSão PauloA AES Eletropaulo informa que a suspensão no fornecimento de energia elétrica citada ocorreu devido queda de galhos de árvore sobre a rede, na Rua Baltazar da Veiga. A concessionária esclarece que a energia foi restabelecida na mesma data, às 7h26. A distribuidora acrescenta que está programado para 4 de junho a poda dos galhos de árvore em questão, salvo condições climáticas. A Prefeitura Municipal é responsável por esse serviço, já que a empresa não tem autorização ambiental para podar os galhos que não sejam aqueles que interferem na rede de distribuição de energia elétrica.Quanto aos aparelhos eletrônicos citados, explica, o consumidor deverá comparecer na Loja de Atendimento mais próxima (o endereço está impresso na conta de consumo) e solicitar o pedido de indenização por danos. A análise do pedido de indenização por danos está fundamentada na Resolução n.º 61 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que determina o prazo de até 90 dias para a resposta final da solicitação. Conforme o determinado na Resolução, o pedido é indeferido quando o reparo dos aparelhos é feito antes do término do prazo para inspeção ou quando for comprovado que a descarga elétrica que danificou o equipamento não foi conduzidas pela rede de distribuição de energia. A AES Eletropaulo ressalta que, apesar da constante manutenção preventiva e das medidas de segurança e proteção adotadas, a rede pode sofrer interrupções causadas por questões naturais ou por terceiros, que não dependem de controle e atuação da distribuidora.O leitor comenta: A falta de energia é constante e não porque caiu um galho. Os moradores estudam uma ação conjunta sobre o problema.

, O Estadao de S.Paulo

09 de junho de 2009 | 00h00

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