Cartas

Queda na estação de trem Tenho 62 anos e uso os trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) duas vezes por semana. No dia 5, por volta das 16 horas, na Estação Cidade Jardim, quando eu estava entrando no trem em direção a Jurubatuba, a porta do vagão fechou, bateu no meu braço e fui derrubada para o lado de fora do trem. Caí sentada de lado com as pernas para fora da plataforma e a parte posterior de minha coxa bateu com força no chão. Minha perna doía muito e ficou roxa. Fui socorrida por dois guardas, uma moça e um rapaz. Eles me ajudaram a levantar, pegaram meus pertences (que ficaram espalhados no piso), registraram a ocorrência e se ofereceram para me levar ao pronto-socorro. Preferi voltar para casa. Graças a Deus tudo não passou de um susto! Elogio o trabalho dos guardas que foram muito gentis e sugiro à CPTM que as portas dos trens tenham um sensor (como os dos elevadores) impedindo-as de fechar quando alguém ou alguma coisa está transpondo o vão entre elas.REGINA LUCIA PACHECO MIRANDASão PauloA Assessoria de Imprensa da CPTM explica que para alertar sobre o início do fechamento das portas, em todas as estações, os trens emitem sinal sonoro automático. A empresa diz que realizará inspeção em todas as composições da Linha 9 - Esmeralda (Osasco-Grajaú) para identificar eventuais falhas e providenciar manutenção. Quanto à sugestão de instalação de sensores, com detector de presença para impedir o fechamento das portas, esclarece que haveria grande interferência no cumprimento do tempo de parada programado para cada estação. Ponto polêmicoEm apoio à carta do leitor sr.Christian Stauch (Ponto adicional, 7/6) e como assinante da NET, fiquei indignada com a resposta dada pela empresa. A NET cobra sim pelo ponto adicional. Agora mudou sua nomenclatura para ponto opcional para poder cobrar, pela mesma coisa, R$ 25 por ponto, como comprovado em minha fatura desse mês. A NET achou um atalho na lei para justificar a cobrança proibida e teve a coragem de responder que deixa disponível a programação eventual de PPV em todos os pontos instalados da casa, só não informou que isso custa a bagatela de R$ 42 mensais!LILIANA WRIGHT BERNARDOSão PauloSujeira em orelhãoDeveriam cortar as linhas telefônicas de quem fica emporcalhando os orelhões com anúncios de prostitutas, entre outros. É nojento usar um orelhão em São Paulo! Por isso, deixo esta sugestão.ANTONIO JOSE G. MARQUESSão PauloInforme-se: A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) analisou 853 telefones públicos em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Apenas 5% estavam limpos e efetuando todo tipo de ligação. Se as empresas falham na manutenção, o vandalismo dos usuários é o culpado pela degradação. Destruir orelhão é crime que pode resultar em multa e prisão de seis meses a três anos.Caso resolvidoFiz a inspeção veicular em 20 de abril, o carro foi aprovado e solicitei a devolução da taxa. O dinheiro ainda não foi depositado e ao contatar a Prefeitura ninguém sabe me dizer quando serei reembolsado. Acredito que o contribuinte deveria somente pagar essa taxa após ter o veículo reprovado.SÁLVIO CARDOSO PEREIRASão PauloA Assessoria de Comunicação da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente solicitou à coluna mais informações do leitor para poder verificar o caso.O leitor disse que recebeu um e-mail em 1.º de junho avisando que a ordem de pagamento já estava disponível no Banco Itaú desde o dia 8 de maio. "Desde 20 de abril acesso o site da Prefeitura e lá não constava nada. Como é que a quantia estava disponível desde do dia 8 de maio?, acrescenta.Em uma rua escuraO Departamento de Iluminação Pública (Ilume) diz que o pedido sobre a falta de iluminação na Rua São Gonçalo do Abaeté, Parque Tietê, é improcedente, mas todas as lâmpadas da via estão queimadas.RICARDO JOSÉ MENDES DIASSão PauloA Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Serviços informa que uma equipe do Ilume, em 4 de junho, constatou que a situação da iluminação da rua estava em ordem e uma lâmpada foi substituída em uma manutenção recente.O leitor confirma a resposta.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.