Cartas

Transporte públicoPego todos os dias o ônibus 177H-10 Butantã às 7 horas e o 177H-10 Casa Verde por volta das 18h30 e a cada dia estão mais lotados. Em cada ponto da Avenida Angélica entram cerca de 20 passageiros. Um dia tive de descer porque comecei a passar mal, já que falta um sistema de circulação de ar e há muita gente dentro do coletivo. O cidadão paga caro pela passagem, mas não é respeitado como ser humano. A Prefeitura tem de exigir mais carros das empresas que prestam serviços ao transporte público.VANESSA DE LIMASão PauloMarco Siqueira, da Assessoria de Comunicação Social da SPTrans, informa que a linha 177H/10 Casa Verde - Butantã/USP foi fiscalizada no dia 2 de junho, na Avenida Angélica, sentido centro, no período das 6 às 10h30, e na Avenida São João, sentido bairro, das 14 às 20 horas, e não foi constatado excesso de lotação ou descumprimento de partidas. Comunica que o acompanhamento ao serviço será intensificado. A linha circula com intervalos máximos de 20 minutos nos horários de pico da manhã e da tarde.A leitora comenta: Será que sou eu a azarada que só pega esse ônibus lotado? Já fiquei no ponto de partida, na Rua Jaguaretê, na Casa Verde, à espera da saída do ônibus mais de 20 minutos. Ao perguntar ao fiscal qual era o problema, ele me respondeu que não havia cobrador. Outra vez que ocorreu o mesmo problema, quem fez a substituição foi um cobrador que já tinha terminado seu turno. Além disso, a parada não tem uma cobertura, mais um desconforto aos passageiros.Calçadas irregularesO Poder Executivo ou um nobre vereador deveria fazer um projeto de lei para a recuperação e a conservação de calçadas na capital. Se a lei já existe, deveria ser cumprida. Isso teria custo zero ao poder público, já que cabe ao dono do imóvel conservá-las. Há milhares de calçadas irregulares na cidade causando risco ao pedestre, inclusive acidentes. As subprefeituras poderiam notificar os proprietários e dar um prazo de 60 dias, prorrogável, para que efetuem o conserto. Não atendida a notificação, o poder público executaria a obra e cobraria pelo serviço. Se o débito não for pago, basta tomar as providências cabíveis. JOÃO ROCHAELSão PauloAndrea Matarazzo, secretário das Subprefeituras, responde que há a Lei 10.508/88 que trata do passeio, pela qual o proprietário é responsável pela manutenção, senão é notificado a fazer o conserto em 30 dias, sob pena de multas sucessivas a cada 30 dias até fazer o reparo. A lei prevê a realização da obra pelo Executivo, que cobrará o responsável pelo serviço. Desde 2005, a Prefeitura aplicou 10,2 mil multas, reformou 433 km de calçadas e construiu 7 mil rampas de acesso. A Lei n.º 14.675/08 determina, periodicamente, a definição de rotas que receberão a troca de piso. Os locais de maior circulação de pessoas e concentração de serviços públicos e privados são prioritários. Infraestrutura do MetrôNa Estação Tucuruvi, no dia 4, às 8 horas, chegavam novos trens do Metrô a cada oito minutos. Ocorreram confusões nas Estações Tietê, Armênia e Luz até a Estação São Bento, onde desci. Duas senhoras, que estavam no mesmo vagão que eu, quase desmaiaram e se machucaram no empurra-empurra. É preciso que se faça um novo planejamento com mais trens e, principalmente, com um menor tempo de parada. Do que adiantam campanhas para a população "ir de metrô" e baixar R$ 0,10 para quem for usá-lo antes das 6 horas, se é oferecido um serviço de baixa qualidade? Ainda não temos a infraestrutura para sediar uma copa do mundo. FELIPE BEVILACQUASão PauloO Metrô esclarece que, no dia 4, um problema na sinalização de portas de um trem da Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) prejudicou a circulação por cinco minutos: das 7h15 às 7h20. Durante a ocorrência, houve aumento no intervalo entre as composições que não ultrapassou 3 minutos.O leitor comenta: Fico contente em saber que o Metrô dedica um tempo para ouvir os passageiros. Mas continuo a afirmar que a sua operação é extremamente vulnerável, já que um problema ocorrido às 7h15 é ainda refletido às 8h20.Informe-se: O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou o blog Bancos x Poupadores (http://planoverao.idec.org.br). Relacionado ao portal do Idec, o blog explica o que ocorreu com as poupanças nos antigos planos econômicos, dá informações sobre o debate em torno do ressarcimento das perdas ocorridas, além de dar espaço ao consumidor prejudicado para se manifestar.

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