Cartas

Sem sombra nem água frescaDoeu ver árvores centenárias e de rara beleza serem derrubadas na Marginal do Tietê para que uma grande obra do governo seja realizada. O que resta da natureza de nossa cidade está sendo destruído em detrimento de obras públicas que, futuramente, se tornarão notícias eleitoreiras. De que adianta termos estradas para rodar e não termos oxigênio para nossos pulmões? MIRIAM VARGAS OSINAGA São PauloMônica Ribeiro, da Assessoria de Comunicação da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA), explica que o licenciamento ambiental da obra da Marginal do Tietê prevê o corte de 559 árvores no entorno da via em um universo de 4.589 já existentes e o transplante de 935, o mais próximo possível do local de origem. Esclarece que serão plantadas 83 mil árvores no entorno da marginal e nas subprefeituras vizinhas, 4.900 na marginal e mais 63 mil mudas na região da Área de Proteção Ambiental do Tietê, no território da cidade de São Paulo. A SVMA informa que se iniciarão imediatamente as obras da estrada, do parque e da ciclovia do Parque Linear do Alto Tietê, que irá da Penha até suas nascentes em Salesópolis. A obra, após concluída, será o maior parque linear urbano do mundo, o que permitirá preservar e ampliar as áreas de várzeas protegidas para combater as enchentes na região metropolitana e reurbanizar toda uma região muito empobrecida e com presença débil dos serviços, proporcionando opções culturais, ambientais, de lazer e econômicas que vão permitir uma maior integração dessa população. Alega que as compensações ambientais representam 6% do valor da intervenção feita. Admitiram o erroRecebi a conta de consumo de água da Sabesp com 40% a mais do valor do mês de abril. O atendente me disse ao telefone que o aumento se refere à adequação das contas. Na minha residência são consumidos até 6 metros cúbicos (m³) de água. Quem se enquadra no consumo de até 3 m³ gasta, em média, R$ 52. Em maio a leitura do medidor foi feita com oito dias de atraso, o que resultou em um aumento de 40% no valor da conta, que foi de R$ 73. Para justificar esse aumento, a Sabesp colocou no escalonamento que o mínimo vai até 14 m³. Se nós tivéssemos consumido, neste período maior, até 14 m³, seria justa a diferença, mas não foi assim que aconteceu.EDUARDO ERASMO L. MARTINOSão PauloFrancisco José F. Paracampos, superintendente da Unidade de Negócio Centro da Sabesp, informa que a reclamação é totalmente procedente. Houve uma readequação do cadastro comercial, o que, causou a emissão de valor divergente do real. Por isso, a fatura, foi reformada para o valor correspondente aos 8 m³ consumidos, de acordo com a tarifa mínima comercial (R$ 52,42). Considerando que o cliente pagou a conta emitida inicialmente, o valor pago a maior será abatido na próxima emissão.GratidãoCompetente e atencioso foi o atendimento que recebi no Hospital Dom Antônio Alvarenga.DORACI DE ANDRADE GRECOSão PauloPrecisa-se de semáforoParece-nos que com a aquisição por parte do Tribunal de Justiça do antigo Edifício e Hotel Hilton, na Avenida Ipiranga, foi criado um pequeno corredor de ônibus (para atender a apenas um ponto) do lado esquerdo da avenida. Por causa da alteração, houve um aumento significativo de veículos entre a Rua da Consolação e a Rua Araújo a ponto de os pedestres não terem espaço suficiente para atravessarem a Avenida Ipiranga em direção à Rua Major Sertório e à General Jardim. O pedestre que tiver de atravessar a avenida em frente ao Correio e ao Love Story corre o risco de ser atropelado, já que falta um semáforo no local.EDVALDO DE LIMASão PauloAdele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, esclarece que a CET elaborou projeto que prevê a instalação de grupos focais para a travessia de pedestres na Avenida Ipiranga, com a Rua Araújo, permitindo maior conforto e segurança.Bicicleta na calçadaA Prefeitura, diariamente, anuncia novas medidas e realizações. Esquece, no entanto, de coibir as bicicletas nas calçadas e no sentido contrário ao dos veículos. Os cidadãos são obrigados a "fugir" das bicicletas nos passeios públicos e, na hora de atravessar a rua, têm de verificar se não há um ciclista vindo em sentido contrário ao fluxo da rua. Gostaria de obter uma resposta das autoridades competentes sobre o assunto.ANTÔNIO DE NORONHA M. JÚNIORSão PauloA Prefeitura não respondeu.

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