Cartas

Serviço precárioDesde março estou com sérios problemas de conexão do meu Speedy. Houve várias visitas de funcionários da Telefônica em casa, trocaram dois modens, fiz vários telefonemas, entrei em contato com analistas e supervisores, mas nada resolveu o problema. Simplesmente sem dia, horário e tempo específico a conexão cai. Já fiquei três dias sem problemas, mas depois tudo volta. Atualmente fiquei mais tempo sem conexão do que com ela estabelecida. Nos últimos dias não foi possível ficar 10 minutos conectado, isso quando é possível se conectar! O suporte fala que o técnico vai resolver. O técnico fala que a central vai resolver. Não consigo falar com essa tal de central e tenho de telefonar no suporte novamente, que manda um técnico e a história se repete. Gostaria de saber da Telefônica se ela é capaz de entregar o serviço que vende ou não. Se a resposta for negativa, irei cancelar o contrato e irei exigir o pagamento da multa pela rescisão antes do prazo de fidelidade e pelos prejuízos causados pelo não-cumprimento do contrato e todos os transtornos causados.DIOGO CONRADO ALVES SOUZASão PauloA Telefônica informa que o Speedy do leitor sr. Souza foi restabelecido e funciona normalmente. O cliente receberá ressarcimento, em conta futura, do período em que o serviço apresentou problemas. A empresa, que entrou em contato com o cliente para os esclarecimentos necessários, lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados.O leitor comenta: Agora, em junho, o Speedy funciona, mas a lentidão é enorme.Retrato da MetrópoleDias atrás, vi um sujeito pedindo dinheiro para uma senhora que esperava o ônibus. Ele se virou para mim e contou a história da mãe doente internada em um hospital. "Cara, você já me contou essa história e eu cai na sua conversa", respondi. Com um sorriso amarelo pediu desculpas. Meu ônibus chegou. Mas parou no meio do caminho porque um indivíduo soltou os suspensórios elétricos do trólebus e o cobrador teve de consertá-los. Na Praça João Mendes, vi garotos cheirando cola e, em frente ao Pátio do Colégio, havia uma rodinha deles se esquentando em uma fogueira de papel. Na Avenida São João há dezenas de mendigos fumando, bebendo, cheirando, fazendo suas necessidades biológicas (no centro não tem banheiro público) e sexo debaixo dos cobertores e papelões. Pedem esmolas e, alguns, passam panos sujos nos para-brisas de carros. Já soube até de casos em que jogaram água suja, óleo e até ácido muriático porque não ganharam uma "caixinha", isso quando não levam a carteira dos condutores. Sei que há exceções! Já a Guarda Civil Metropolitana só apreende mercadoria de camelôs. No Largo Paiçandu, há dezenas de pessoas espalhadas no chão. Sugiro que, como em Amsterdã (Holanda), fizessem um "mendigódromo"(Deus me perdoe, mas não encontrei palavra melhor) e que quem está na rua por falta de expectativa poderia trabalhar para ajudar a limpar a cidade. Aos que são usuários de drogas, um "noiódromo" com drogas à vontade para que eles não precisem roubar para comprá-las. Deve-se oferecer um acompanhamento médico e psicológico para que tenham alguma esperança de vencer o vício. Alimentar essas pessoas sai mais barato aos cofres públicos do que o valor que a Prefeitura gasta com limpeza para mascarar a imundície que está a cidade.LUIZ CALANCASão PauloTráfico de drogasAs bocas de fumo na Aclimação estão localizadas nas Ruas Senador Felício, Muniz de Souza e Oliveira Peixoto. Os sobrados antigos,onde há cortiços, são lugares preferidos pelos bandidos para dominar com facilidade moradores do local. Nas adjacências há vigias de prontidão, atentos à chegada da polícia. Há muitos jovens bem vestidos com seus olhos "bem abertos" nessas ruas também... N.K.São PauloA Polícia Militar (PM) informa que o policiamento nas ruas citadas é realizado pela 1.ª Companhia do 11.º Batalhão de Policiamento Militar Metropolitano que desenvolve diversos programas de policiamento. A PM ressalta que, de janeiro a abril de 2009, apreendeu 8,6 quilos de drogas e prendeu 82 criminosos na região. Não é conoscoA AES Eletropaulo respondeu à sra. Regina Lara, que procurou alertá-los de um problema, para procurar a Prefeitura. (Só se acontecer algo, do dia 23). Isso mostra que o "não é conosco" está mais sedimentado do que nunca. Eles deveriam ter avisado a Prefeitura!BOB SHARPSão Paulo

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