Cartas

Viagem com crianças Não consegui embarcar com minha filha para Buenos Aires em 11 de junho, pois a Polícia Federal não aceitou a autorização do pai dela. A justificativa é de que o ministro Gilmar Mendes havia assinado uma resolução no dia 28 de abril, que passou a valer a partir de 7 de junho, exigindo que as autorizações devem ter firma reconhecida por autenticidade e não por semelhança. O agente da Polícia Federal disse que no dia anterior tinha sido uma loucura no aeroporto com casos parecidos com o meu. Quem é o responsável por essa falta de informação: o Ministério, por não dar publicidade aos seus atos legais, ou o cartório, onde o pai da minha filha reconheceu firma e que não o avisou sobre a mudança? Será que não sabiam de nada ou reconhecem a firma sem ler o que está escrito? Ou a culpa é da operadora de turismo que não me passou essa informação? Não deveria haver um juiz da Infância e Juventude no aeroporto? Quem vai arcar com os prejuízos agora? Fora o desgaste emocional da minha filha, da minha mãe e das minhas tias idosas que também viajariam conosco para visitar um parente doente que não víamos há mais de dez anos. É justo? ANDRÉA R. DE MEIRA B. FERREIRA São Bernardo do Campo A Divisão de Controle de Imigração do Departamento de Polícia Federal diz que a fiscalização realizada pelo serviço de controle migratório não merece reparos, mas lamenta pelos transtornos. A Resolução n.º 74, de 28 de abril de 2009, do Conselho Nacional de Justiça, é o instrumento legal próprio que disciplina a matéria. Cabe à Polícia Federal aplicar e zelar pelo cumprimento das leis, normas e regulamentos vigentes. Cheque fraudado Em 18 de maio dei entrada na agência Vital Brasil da Caixa Econômica Federal (CEF) de contestação de um cheque falsificado, no valor de R$ 2.117,80, debitado em minha conta corrente no dia14 de maio. Cumpri todas as exigências internas impostas pela CEF, inclusive registrei um Boletim de Ocorrência. Uma funcionária informou que o processo levaria duas semanas para análise e resolução. A folha do cheque original e que foi apresentada está no talão em meu poder. No dia 1.º de junho liguei para saber sobre o andamento do processo e fui informado de que ele fora enviado para Brasília para perícia na minha assinatura e não há previsão de prazo para conclusão. A minha conta está com o saldo negativo e incidindo juros/IOF diários. Aliás, por que um processo deste demora tanto para ser resolvido? ENOCK PEREIRA DOS SANTOS SOUZA São Paulo A Caixa Econômica Federal esclarece que já entrou em contato com o cliente e a situação pendente foi resolvida. Por se tratar de ação fraudulenta, explica, o tempo para averiguação e comprovação da fraude, além da devida notificação aos órgãos públicos competentes, pode ser de até 30 dias. O leitor comenta: Não concordo com esse atendimento, vou cancelar minha conta. Sem cartão-postal Nos últimos seis meses tem sido impossível transitar nas calçadas da Rua Pamplona, entre a Avenida Paulista e a Alameda Santos, sem passar por vendedores ambulantes, sacos de lixo, entulho e buracos. A Alameda das Flores é o local predileto para os marginais assaltarem quem sai dos bancos. Os arredores da Avenida Brigadeiro Luís Antônio estão cheios de moradores de rua. As cabines da polícia estão quase sempre vazias e, quando não estão, há apenas um policial. Onde estão os policiais que faziam as rondas com motos, cavalos ou a pé? Não é possível que o coração financeiro deste país e cartão-postal de nossa cidade seja tão ignorado, maltratado e destruído. As demais regiões de São Paulo também merecem total atenção, mas não podemos deixar que aconteça com a Avenida Paulista o que já aconteceu com a Praça da Sé e da República, entre outras. São Paulo é uma cidade que recebe e acolhe pessoas do Brasil e do mundo inteiro. É nossa obrigação torná-la um lugar melhor. MARCELO GONÇALVES São Paulo Cobrado antes de instalar Contratei o pacote HDTV da SKY em 6 de maio. Já agendei cinco visitas para a instalação do equipamento, mas nenhum técnico apareceu. Em junho, no entanto, recebi a cobrança pelo serviço não realizado. SÉRGIO RUBENS LOEB São Paulo O vice-presidente de clientes da SKY, Vito Chiarella, informa que a instalação do equipamento foi feita em 5 de junho e que o crédito referente ao período em que o sr. Loeb não usufruiu da programação será lançado na próxima fatura.

, O Estadao de S.Paulo

02 Julho 2009 | 00h00

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