Cartas

Travessia perigosa Peço a instalação de um farol de pedestre ou lombadas ou quebra molas em frente da Escola Estadual Breno Di Grado, localizada na Rua Manuel Alvares Pimentel, n.º 510, no Itaim Paulista. Ao tentar atravessar, uma criança de 3 anos morreu atropelada e outra, de 7 anos, se machucou ao ser atingida por uma moto. Outro problema são as calçadas, que são estreitas, obrigando os pedestres a caminhar pela rua, onde circulam veículos em alta velocidade. Adele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, informa que, em atenção ao pedido de semáforo para travessia de pedestres na Rua Manuel Álvares Pimentel, na altura do n.º 801, o equipamento em questão não é necessário, porque nessa rua, com aproximadamente 7 metros de largura, a travessia é feita em menos de seis segundos. Nessas condições, não se recomenda a colocação de semáforo, pois ele causaria esperas desnecessárias e ociosas, o que levaria ao desrespeito à sua fase vermelha. Os acidentes mencionados pelo leitor ocorreram na altura do n.º 510, a mais de 300 metros da EEPG Breno Di Grado. A direção da escola informou à CET que, após as férias escolares de julho, a entrada e saída de alunos irá ocorrer pelo portão lateral, na Rua Major Pompeu, via de trânsito estritamente local, eliminando o acúmulo de pedestres na calçada em frente ao colégio e contribuindo para uma melhor segurança dos escolares. Por fim, informa que os técnicos da CET elaboraram projetos que preveem a repintura das lombadas e a recolocação e substituição das placas ao longo da Rua Manuel Álvares Pimentel. Esses projetos serão implantados conforme cronograma da CET. Direito desrespeitado Em 12 de março enviei uma queixa à Ouvidoria do Ministério da Saúde solicitando oxigenoterapia domiciliar gratuita para minha mãe, Maria Inez, portadora de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, com base na Resolução SS-213, de 30/6/1992 (que aprova normas técnicas que preconizam as indicações e procedimentos de oxigenoterapia domiciliar, fisioterapia respiratória, inaloterapia e testes de função pulmonar, nos serviços do Sistema Único de Saúde do Estado de São Paulo). Reiterei a reclamação em 31 de março, mas ainda não deram nenhuma solução e ela está sem o oxigênio gratuito que deveria ser garantido por lei pelo Estado! ANDRÉ FRANCISCO TOMAZELA Conchas O Ministério da Saúde não respondeu. O leitor comenta: Minha mãe continua pagando pelo oxigênio que necessita e ninguém entrou em contato para solucionar o problema. Luta por vaga Solicito a intervenção do jornal para conseguir uma vaga para meu filho, de 4 anos, numa Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) perto de casa, na Vila Airosa. Preenchi um formulário para atualização cadastral, mas ainda aguardo por uma vaga. ROSY VERATI PULGA BERNARDES São Paulo A Secretaria Municipal de Educação não respondeu. A leitora informou ter conseguido a vaga cinco dias antes das férias escolares para o horário das 7 às 11 horas, apesar de ter pedido para o período das 11 às 15 horas. Justiça relativa Minha empregada doméstica teve um aumento no seu salário. Eu, servidora estadual aposentada, não recebi nenhum aumento. Ela merece, mas eu não mereço? Paguei o IPVA de dois automóveis e o sr. governador ainda não me pagou os precatórios a que tenho direito. NEUSA MARIA DE CAMARGO NEME São Paulo Em busca da cidadania Insatisfação é o que sinto em relação ao metrô de São Paulo, pois respeito é o que falta aos usuários e aos funcionários. Sou deficiente física e estou grávida. Nas estações em que o fluxo é maior, como a do Brás, por exemplo, não há um vagão destinado a portadores de deficiência, gestantes, idosos, mulheres com crianças no colo e obesos, e os bancos indicados como preferenciais não são respeitados. Na mesma estação pedi ajuda a um funcionário e ele disse que não poderia fazer nada. Então para que eles servem? Um outro caso é na Estação Sé, lá existe uma parte indicada como preferencial, porém ninguém a respeita, principalmente os funcionários do metrô, que deixam qualquer um passar. Isso não é errado? Faz-se necessário que em todas as estações haja uma área preferencial e que os responsáveis pelo metrô tomem alguma providência para que o direito dos cidadãos seja respeitado. ITANA ALVES São Paulo

, O Estadao de S.Paulo

10 Julho 2009 | 00h00

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.