Cartas

Documento de outro Estado Sou de Alagoas e moro em São Paulo há mais de 32 anos. Minha certidão de nascimento está toda rasgada, pois ela foi feita em papel para embrulhar pão. Fiquei sabendo que poderia tirar uma gratuitamente na Subprefeitura de São Matheus. Ao chegar lá, mandaram-me para a Subprefeitura do Vale do Aricanduva, que me mandou para a Corregedoria Geral da Justiça. Feito o requerimento, em dezembro de 2008, fui informada de que tinha de ligar para o número 3313-5392, mas nunca ninguém atendia. Fui pessoalmente ao local em março. Mandaram voltar em maio, e nada da certidão. Retornei em junho e também nada. Gostaria de saber por que um documento demora tanto para vir de Alagoas, com toda essa tecnologia de hoje? Estão brincando com este povo tão sofrido que precisa de um documento público urgente. MARIA DO CARMO B. DOS SANTOS São Paulo A Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) informa que não procede a informação de que o número 3313-5392 não atende, pois foram feitos três testes com sucesso. Diante do pedido formulado pela sra. Maria do Carmo, o setor responsável esclarece que foi solicitada a certidão ao Oficial de Registro Civil do 1.º Distrito de Santana do Ipanema, Alagoas, encontrando-se no aguardo do seu envio. Ressalta ainda que referida Unidade do Estado de Alagoas não está subordinada à Corregedoria Geral da Justiça e que o tempo para o envio do documento é de responsabilidade do Cartório de Registro Civil daquele Estado. A leitora diz que recebeu a certidão no dia 24 de julho. O trânsito e os fretados Gostaria que o secretário de Transportes, Alexandre de Moraes, fosse informado de que transporte é coisa séria e lhe sugerir que vivencie a grande confusão ocasionada por ele na cidade depois da sua magnífica ideia de culpar os fretados pelo congestionamento do trânsito. JOSÉ FRANCISCO MARTINS SOARES Santos Parabéns ao prefeito Gilberto Kassab por sua coragem de proibir os ônibus fretados de entrar em certas regiões da capital. Ele é prefeito dos paulistanos e tem o dever de zelar pelo trânsito e ordem na cidade, e não por quem vem de outras cidades para trabalhar na capital. É o mesmo direito que as prefeituras do litoral, inclusive a de Santos, têm em proibir que ônibus de farofeiros circulem pela orla da praia, atrapalhando a ordem e o trânsito da cidade. ELIANA ODA São Paulo O trânsito de São Paulo sempre foi caótico, mas, nos últimos anos, piorou demais, pois muitos carros novos entram em circulação todos os dias, graças aos longos financiamentos, e nada de se retirar os carros velhos das ruas. O prefeito tentou melhorar o fluxo diminuindo vagas de zona azul, incluiu os caminhões nos rodízios e proibiu os fretados. Mas parece ter se esquecido de um dos piores causadores dos congestionamentos, os ônibus urbanos articulados, que só deveriam transitar em corredores exclusivos, e não nas vias comuns. MOYSES CHEID JUNIOR São Paulo Mudança de endereço? Há muito tempo tento encontrar alguém na Prefeitura que possa me explicar o que ocorre com o nome da rua onde moro. Antigamente, a casa que hoje resido ficava na Rua João Branco. Após uma obra que durou anos a rua passou a ser chamada de Avenida Salim Farah Maluf - algo incoerente já que, visualmente, estamos acima da avenida e não nela. Porém, há pelo menos um ano, sem nenhum aviso, a Prefeitura trocou as placas na esquina onde moro para o Rua Sanches Aguiar. Muitos moradores sofrem com a falta de entrega de correspondência! Outro problema foi a descoberta de outro local com o mesmo número de casa na mesma rua, em que há continuação após atravessar o encontro das avenidas. A Prefeitura somente dá desculpas sem nexo. RAFAEL POLISZUK São Paulo A Secretaria das Coordenação das Subprefeituras informou que a nomeação e a numeração de rua são catalogadas pela Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), após aprovação de projeto de lei, e que o emplacamento é com a Empresa Municipal de Urbanização (Emurb). A coluna encaminhou a reclamação para os dois órgãos indicados, mas não obteve resposta. O leitor informou que recebeu um retorno da Ouvidoria da Prefeitura pedindo aos moradores irem até o departamento de logradouros para tentar resolver o problema.

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