Cartas

Programa para diabéticos Quero manifestar minha indignação contra o Departamento de Medicamentos não padronizados da Secretaria da Saúde do Governo do Estado de São Paulo. Sou professora da rede pública do Estado, ganho em torno de R$ 1.300, tenho 47 anos, sou diabética e meu organismo não é reagente à insulina (humana, bovina e mista). A que uso é a sintética e custa em torno de R$ 230 cada caixa, e preciso de duas por mês. Enviei a documentação necessária ao Departamento de Medicamentos não padronizados no dia 4 de junho. A resposta foi que o medicamento que necessito não é padronizado, justificativa que chega a ser piegas, pois o departamento é para medicação não padronizada ou estou errada? Espero neste momento tão difícil poder contar com o apoio do governo depois de tantos anos como professora efetiva. KÁTIA LONEC São Paulo A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde esclarece que a insulina Lantus não é padronizada pelo Ministério da Saúde e por isso não faz parte da lista de remédios fornecidos pelo governo. A Secretaria distribui outros dois tipos de insulina que, conjugados, fazem o mesmo efeito da pedida pela paciente. A sra. Kátia foi comunicada que pode retirar, em qualquer Posto de Saúde, esses dois medicamentos. A leitora contesta: Em momento algum disse que utilizava a insulina Lantus (ressalto aqui que já a utilizei e meu organismo não reagiu). Já usei esses dois tipos insulina conjugados descritos e meu organismo também não reagiu. Ressalto que já enviei à Secretaria documentação completa com a descrição de todo o meu caso. Aglomerações e gripe A restrição à circulação de ônibus fretados na cidade vai contra as medidas de prevenção à gripe suína. Como exemplo posso citar a aglomeração de pessoas vindas de Santos de manhã e no final da tarde na Estação Santos-Imigrantes do Metrô. São cerca de 7 mil pessoas que antes ficavam separadas em grupos de 40 passageiros nos fretados, descendo próximo ao local de trabalho. Agora, todo mundo desce ao mesmo tempo num único lugar, aumentando a probabilidade de contágio e disseminação da gripe suína no caso de alguém estar contaminado. Isso ocorre também em outros pontos de concentração de fretados. Enquanto a Secretaria da Educação toma medidas para as escolas, postergando o início das aulas, a Secretaria da Saúde não toma nenhuma providência. Acho que o governo do Estado deveria intervir, pois é caso de saúde pública. RICARDO LUÍS VEDOVATE São Paulo Dados inflados É inaceitável que a Prefeitura da cidade de São Paulo infle dados e forneça informações erradas aos paulistanos sobre a suposta melhoria do trânsito com a proibição dos fretados. Haja falta de respeito! O mínimo que se espera de homens públicos é que digam a verdade e tenham uma conduta ética e compatível com o cargo. Se não fosse pela imprensa, mais uma mentira seria dita. RENATO KHAIR São Paulo Mudança de contrato? Minha mãe é titular, desde setembro de 1994, de um imóvel adquirido pela Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab). Em setembro de 2005, ela foi aposentada por invalidez. Conforme uma cláusula do contrato, que se refere a seguros, a casa ficaria quitada por cauda da aposentadoria. A Cohab solicitou vários documentos para análise, para que a quitação fosse efetuada, mas, um mês depois, recebemos resposta negativa, dizendo que houve mudanças no Código Civil. Quando o imóvel foi adquirido, o seguro cobriria seu valor total. Após 10 anos pagando em dia todas as prestações ela não poderá usufruir desse direito. Em nenhum momento ela foi notificada da mudança contratual. Minha mãe é aposentada, não tem condições de trabalhar e as prestações, que tinham o valor de R$ 151, após essa resposta, subiram para R$ 249. MICHELLE MORAES DO NASCIMENTO São Paulo A Cohab não respondeu. Consulta demorada Minha queixa é contra a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, porque minha mulher espera há mais de sete meses para marcar uma consulta com um ortopedista no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Já fiz uma queixa na Ouvidoria de Ribeirão Preto, mas sem solução. PEDRO JOSÉ DOS SANTOS Ribeirão Preto A Secretaria de Estado da Saúde esclarece que a paciente tem uma consulta marcada para o dia 21 de agosto, no Ambulatório de Ortopedia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

, O Estadao de S.Paulo

01 Agosto 2009 | 00h00

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